Remexendo o esqueleto: uma proposta de ensino do sistema ósseo para surdos e ouvintes

Autores

  • Josué Buracof Shimabuko Junior Universidade Federal de Mato Grosso
  • Edna Lopes Hardoim Universidade Federal de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.5965/1984317813012017077

Palavras-chave:

Educação, Inclusão, Ensino, Escola,

Resumo

Historicamente, a educação de surdos esteve voltada para questões linguísticas, em específico, para a discussão do ensino da Língua Portuguesa, oral e/ou escrito, e do uso da língua de sinais. Pouco se tem falado em relação à aprendizagem de outras áreas do ensino, como as Ciências. Pesquisar e compreender metodologias que facilitem o ensino para esses alunos torna-se muito importante, visto que passamos por um período escolar onde o processo inclusivo inicia-se, e a atenção deve ser redobrada. A interação entre os diferentes no intuito de que percebam os outros e ocorra um auxilio mútuo, trazendo o olhar para a educação não apenas conteudista, mas visando o desenvolvimento humano, de compartilhamento de saberes/experiências. Objetivou-se despertar um olhar diferenciado nos professores quanto ao ensino para esses alunos, na tentativa de desmistificar a incapacidade de surdos na aprendizagem diferenciada que envolva elementos dos quais achamos necessária à audição, obtendo como resultado uma proposta de aula diferenciada para o ensino do Sistema Ósseo tendo a dança como elemento introdutório e motivador.

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Biografia do Autor

Josué Buracof Shimabuko Junior, Universidade Federal de Mato Grosso

Instituto de Linguagens, Depto. de Letras, curso de graduação em Letras - Libras

Edna Lopes Hardoim, Universidade Federal de Mato Grosso

Instituto de Biociências, Depto. Botânica e Ecologia, Docente vinculada ao Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Naturais.

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Publicado

2017-04-01

Como Citar

SHIMABUKO JUNIOR, J. B.; HARDOIM, E. L. Remexendo o esqueleto: uma proposta de ensino do sistema ósseo para surdos e ouvintes. Revista Educação, Artes e Inclusão, Florianópolis, v. 13, n. 1, p. 077-096, 2017. DOI: 10.5965/1984317813012017077. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/arteinclusao/article/view/8312. Acesso em: 12 ago. 2022.