Estendemos nossas memórias ao sol

Autores

  • Caroline Vetori de Souza Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

DOI:

https://doi.org/10.5965/14145731033920200601

Palavras-chave:

Dramaturgia, Presídio Feminino, Pedagogia do Teatro

Resumo

A partir de uma oficina de teatro desenvolvida no Presídio Feminino de Florianópolis, com mulheres em situação de privação de liberdade, nasceu a peça Estendemos nossas memórias ao sol. Num dia de chuva, uma criança se depara com o desaparecimento dos avós. Somos convidadas a traçar junto a ela um caminho de busca de (re)encontros. A fábula é entremeada com memórias das atrizes. Uma memória feita de água pode ser transformada numa carta, em um convite para lançar ao sol, para estender no pátio, no solo público que é (ou deveria ser) mundo.

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Biografia do Autor

Caroline Vetori de Souza, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Doutoranda em Teatro pela UDESC. Mestra em Teatro pela UDESC. Licenciada em Teatro pela UFRGS.

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Publicado

2020-12-23

Como Citar

SOUZA, C. V. de . Estendemos nossas memórias ao sol. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 3, n. 39, p. 1-20, 2020. DOI: 10.5965/14145731033920200601. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/19119. Acesso em: 6 out. 2022.