Museo, escuela, educación de las relaciones étnico-raciales: Una experiencia educativa con niños a través de las artes
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234617422025e0008Palabras clave:
museos de ciudad, lusotropicalismo, educación de las relaciones étnico-raciales, educación artísticaResumen
este artículo relata una experiencia educativa realizada durante una pasantía científica avanzada en una escuela y un museo. El objetivo fue debatir el lusotropicalismo y la invisibilidad de la presencia negra en las artes, buscando educar sobre las relaciones étnico-raciales mediante un enfoque de arte en la educación. La experiencia involucró a una escuela primaria y al Museo Nogueira da Silva, ambos en Braga, Portugal. A través del estudio de la noción de lusotropicalismo, la educación para las relaciones étnico-raciales y el papel de los museos en la educación, el proyecto buscó desarrollar experiencias educativas artísticas que fomentaran la reflexión sobre la presencia negra en las artes, mediante la articulación entre la escuela y el museo. Las actividades llevaron a los estudiantes a cuestionar la presencia de las personas negras en la sociedad y las artes, lo que, en nuestra opinión, contribuye a la reflexión sobre estrategias para integrar las artes, las imágenes, los museos, las escuelas y los artistas en la educación sobre las relaciones étnico-raciales. Por lo tanto, la integración de los museos, las escuelas y las artes constituye una vía viable para deconstruir las relaciones prejuiciosas con las personas negras, destacando su importancia en una sociedad democrática capaz de superar el legado cultural del colonialismo.
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