O boneco e a máscara como função social nos folguedos do Sudeste

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034702322025017

Palavras-chave:

máscaras, esculturas de madeira, reco-reco, percussão, folia de reis

Resumo

O artigo aborda a utilização de máscaras e esculturas nos folguedos tradicionais do Sudeste com foco nas Folias de Reis e Guarda de Congo do ES. No primeiro caso, abordamos a máscara no folguedo da Folia de Reis, tanto nos palhaços ou marungos, quanto nos personagens do Reis Magos. No outro caso, abordamos o instrumento percussivo chamado casaca. Tipicamente do Espírito Santo, este reco-reco com cabeça de boneco é especial das bandas de congo, e tem feições que poderiam ser consideradas figuras do mamulengo, por ser de madeira e com feições que trazem comicidade.

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Biografia do Autor

Rafael Sol, Universidade do Estado de Minas Gerais

Arte-educador e fundador do Teatro de Mamulengo Fulô do XicXic, tendo como sede a cidade de Brumadinho-MG. É membro da ATEBEMG e da Comissão Mineira de Folclore. Conviveu com mestres como Chico Daniel, Saúba, Zé Lopes e Zé de Vina, onde aprendeu os códigos do brinquedo. Hoje busca mecanismos de fomento para circular com sua torcida pelos Estado de Minas Gerais, além de festivais.

Referências

BARROSO, Oswald. A máscara: do teatro ritual ao teatro brincante. Fortaleza: Armazém de Cultura, 2015.

CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2008.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.

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Publicado

12-01-2026

Como Citar

SOL, Rafael. O boneco e a máscara como função social nos folguedos do Sudeste. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 2, n. 32, p. 17–29, 2026. DOI: 10.5965/2595034702322025017. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/moin/article/view/28191. Acesso em: 13 jan. 2026.