Saturación informativa y generatividad: reconfiguraciones posdigitales de lo sublime
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234618442026e0006Palabras clave:
Arte digital, Información, Sublime tecnológico, Inteligencia artificialResumen
Este trabajo busca situar el sublime en las poéticas y en las experiencias estéticas del arte postdigital, término atribuido a partir de la década de 2010 a las prácticas impulsadas por el uso generalizado de dispositivos de codificación numérica y su hibridismo con los medios analógicos. De manera específica, consideramos las reconfiguraciones y desplazamientos de este contexto bajo el impacto de la exorbitante producción y circulación de arte y contenidos creativos en las redes, debido a la adopción de recursos de inteligencias artificiales generativas. Para ello, recurrimos a una definición moderna y otra posmoderna sobre el sublime. Dichas concepciones se discuten, entonces, a la luz de las teorías estéticas de la ecología informacional y de la formatividad. La comprensión derivada del contexto de saturación de las redes con productos creativos y generativos resulta de suma importancia para considerar las eventuales manifestaciones del sublime en la actualidad, en los trabajos de artistas como Tyler Hobbs y Bianca Tse.
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