Desenvolvimento inicial de espécies de fisális submetidas a ambientes de cultivo

Autores

  • Éder Junior Mezzalira Unioeste
  • Fabíola Villa Unioeste
  • André Luiz Piva Unioeste
  • Anderson Santin Unioeste
  • Milcíades Ariel Arrua Melgarejo unioeste

DOI:

https://doi.org/10.5965/223811711632017293

Palavras-chave:

fruta exótica, pequenas frutas, estufa, sombrite, produção de mudas.

Resumo

O ambiente pode ser um fator limitante para o desenvolvimento de mudas de espécies de fisális. Diante do exposto, objetivou-se com o presente trabalho avaliar o desenvolvimento inicial de espécies de fisális submetidas a ambientes de cultivo. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, em esquema fatorial 3 x 3 (três espécies de fisális, sendo Physalis peruviana, P. angulata e P. pubescens x três ambientes, sendo estufa - EST, com cobertura plástica transparente de 150 micras; sombrite - SBT, com 75% de permeabilidade à luz e, pleno sol - PLS, em local totalmente aberto), contendo quatro repetições, conduzido entre fevereiro e maio de 2012, na Estação de Horticultura e Controle Biológico “Professor Mário César Lopes” (Unioeste), Campus Marechal Cândido Rondon, PR. Durante o experimento, monitorou-se o índice de velocidade de emergência das plântulas nos 30 dias iniciais. Aos 76 dias após a semeadura avaliaram-se a área foliar, biomassa seca das folhas, caules e raízes, bem como o número de folhas, altura das plantas e diâmetro do caule. O ambiente SBT propicia maior taxa de emergência de plântulas das espécies de fisális estudadas. Os ambientes EST e SBT foram similares no desenvolvimento inicial de fisális, podendo ser utilizados na produção de mudas destas espécies. Não é aconselhável que o desenvolvimento inicial de mudas de fisális ocorra em PLS.

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Publicado

2017-09-25

Como Citar

MEZZALIRA, Éder J.; VILLA, F.; PIVA, A. L.; SANTIN, A.; MELGAREJO, M. A. A. Desenvolvimento inicial de espécies de fisális submetidas a ambientes de cultivo. Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v. 16, n. 3, p. 293-301, 2017. DOI: 10.5965/223811711632017293. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/223811711632017293. Acesso em: 4 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigo Completo - Ciência de Plantas e Produtos Derivados

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