https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/issue/feed Revista de Ciências Agroveterinárias 2022-03-25T18:08:19-03:00 Editorial Management Team rca.cav@udesc.br Open Journal Systems <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Periódico da área de Ciências Agrárias e Veterinárias e áreas correlatas, vinculado ao Centro de Ciências Agroveterinárias, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).<br /><strong>Periodicidade</strong>: trimestral<br /><strong>Ano de criação</strong>: 2002</p> https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/20978 Avaliação do crescimento de mudas de Azadirachta indica A. Juss em diferentes substratos 2022-01-02T11:45:02-03:00 Cremildo Riba Gouveia Dias cremildodias23.rgd@gmail.com Mino Emílio minoemilio1@gmail.com Caetano Miguel Lemos Serrote serrotec@yahoo.com.br <p>A <em>Azadirachta indica </em>é uma árvore que possui vários benefícios socioeconômicos e ambientais. Entretanto, são escassos os estudos sobre a produção de mudas desta essência florestal. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência de sete substratos no crescimento de mudas da <em>A. indica</em>, produzidas em vasos plásticos de polietileno. Os substratos foram constituídos de combinações de areia grossa, argila, cama de ave, esterco de bovino, matéria orgânica dos vegetais e serragem de madeira. O experimento foi instalado no Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), na Estação Agrária de Lichinga, segundo o delineamento de blocos completos casualizados, com cinco repetições. A partir dos 30 dias após a semeadura foram efetuadas medições quinzenais de altura e diâmetro do coleto. Aos 120 dias foram quantificadas as variáveis massa seca da parte aérea, radicular, total e os índices de qualidades das mudas. Para as variáveis analisadas, os melhores resultados foram obtidos com uso do substrato 25% areia grossa + 50% matéria orgânica dos vegetais + 25% cama de aves, sendo este substrato recomendado para a produção de mudas de <em>A. indica</em>.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21239 Biossíntese e acúmulo de desoxinivalenol em trigo submetido à aplicação de carragena 2021-12-15T10:57:06-03:00 Rafael Dal Bosco Ducatti rafaelducatti1007@gmail.com João Americo Wordell Filho wordell@epagri.sc.gov.br Sergio Miguel Mazaro sergio@utfpr.edu.br <p>As micotoxinas representam uma grande ameaça para humanos e animais, além de reduzirem a qualidade de alimentos/rações. Acredita-se que essas toxinas sejam biossintetizadas como mecanismo de defesa (resposta ao estresse) de fungos. A micotoxina de maior interesse para cereais de inverno é conhecida por desoxinivalenol (DON), um tricoteceno biossintetizado principalmente por <em>Fusarium graminearum</em>. Esse estudo traz dados de três anos (2018, 2019 e 2020) de pesquisa de campo (24 experimentos) conduzidos no Oeste de Santa Catarina e no Nordeste do Rio Grande do Sul, Brasil, utilizando um polissacarídeo sulfatado exclusivo de algas vermelhas, carragena, associado a fungicidas para ajudar na supressão da biossíntese e acúmulo de desoxinivalenol (DON) em grãos de trigo. Foi observada uma redução de 36,4% na contaminação por DON. As condições climáticas influenciaram no acúmulo de DON nos grãos de trigo. A carragena se demostrou como um composto biológico capaz de atenuar a biossíntese e acúmulo de DON em grãos de trigo independente das condições climáticas.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21308 Elaboração de etograma para poedeiras criadas em gaiolas 2021-12-13T17:51:09-03:00 Joyce Augusta Ferreira joyce.ferreira@gmail.com Jean Kaique Valentim kaique.tim@hotmail.com Luiz Carlos Machado luiz.machado@gmail.com Helder Freitas de Oliveira helder@zootecnista.com.br <p>A avicultura, no Brasil, evoluiu muito nas últimas décadas, sendo ainda proeminente, contribuindo de maneira significativa para o agronegócio brasileiro. Um dos fatores importantes para o sucesso da produção avícola é o monitoramento e o controle eficiente do ambiente de criação, que colaboram para a promoção de maior nível de bem-estar para as aves criadas em sistema de confinamento. O estudo do comportamento animal é, tradicionalmente, realizado através de observações visuais dos animais, o que consome tempo e gera decisões subjetivas e susceptíveis ao erro humano. O objetivo geral deste projeto foi elaborar um etograma e avaliar de maneira eficiente o comportamento de galinhas poedeiras alojadas em gaiolas, por meio de gravações digitais. Foram utilizadas aves da linhagem comercial <em>Hisex Brown</em> e <em>Hisex White</em> com 51 semanas de vida, criadas em gaiolas com capacidade para duas aves. Para analisar as imagens, foi proposto um etograma composto por 12 eventos comuns neste tipo de sistema, o qual registrou os seguintes comportamentos: “sentada”, “comendo”, “bebendo”, “explorando penas”, “bicagem não agressiva”, “bicagem agressiva”, “movimentos de conforto”, “ócio”, “postura”, “estereotipia”, “bico aberto” e “asas abertas”. A partir da avaliação deste etograma, percebeu-se que o comportamento “comendo” ocupou a maior parte do tempo das aves (58%), seguido pelo comportamento “parada” (17,3%) e “movimentos de conforto” (8,8%). Os outros 16% foram distribuídos entre os eventos: “bebendo”, “explorando penas”, “bicagem não agressiva”, “bicagem agressiva” e “bico aberto”. Nas condições de ambiência e temperatura em que o experimento foi realizado, as galinhas manifestaram comportamento de “bico aberto” em 100% do tempo no período da tarde, indicando clara situação de estresse calórico. Dessa maneira, o etograma funcionou como uma aferição indireta do grau de ambiência destes animais, o que reflete de maneira direta no atendimento aos preceitos de bem-estar animal, quesito fundamental para a produção moderna de ovos.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/19844 Comportamento etológico do gado Bos taurus, Bos indicus e crioulo Caqueteño em três sistemas de cobertura de árvores de Brachiaria decumbens paddocks no sopé da Amazônia na Colômbia 2021-08-02T20:46:45-03:00 Sandra Milena Londoño-Paéz samy15mil@hotmail.com Jose Alfredo Orjuela-Chaves jaorjuela@agrosavia.co Faver Álvarez-Carrillo f.alvarez@udla.edu.co Juan Carlos Suarez-Salazar juansuarez1@gmail.com Lucena Vasquez-Gamboa lugavasquez@gmail.com Jhoyner Felipe Ortiz-Meneses Fel.ortiz@udla.edu.co Gustavo Adolfo Celis Parra gustavoadolfocelisparra@gmail.com <p>O estudo foi realizado no Centro de Pesquisa Amazônica CIMAZ - MACAGUAL da Universidade da Amazônia, Colômbia, com um clima de floresta tropical úmida (Af). O comportamento do gado <em>Bos taurus</em>, <em>Bos indicus</em> e Caqueteño crioulo, os animais foram observados em cercados com três níveis de densidade de cobertura arbórea dispersa. A pastagem era composta de <em>Braquiaria decumbens</em> com 35 dias de recrescimento. Observações diretas foram feitas das 9h às 17h com intervalos de 10 minutos entre o registro das atividades. A atividade mais executada durante o dia por todos os animais era o pasto sob o sol, e aqueles que mais pastam são os Caqueteño crioulo, seguido pelo <em>Bos indicus</em> e, finalmente, o <em>Bos taurus</em>. A ruminação foi a segunda atividade mais importante desempenhada pelo gado, tendo apresentado a mesma tendência. Nos cercados com um baixo nível de cobertura arbórea, os animais pastam mais à sombra; esta tendência é mais relevante entre o gado <em>B. taurus</em>. O gado crioulo Caqueteño dedica menos tempo ao consumo de água e descanso, passando mais tempo pastando, nos níveis de cobertura alta e média, interrompem o pastoreio ao meio-dia por um tempo mais curto em comparação com o <em>B. indicus</em> e <em>B. taurus</em>; depois das 14 horas, os crioulos aumentam vertiginosamente o pastoreio. No nível de cobertura alta, o pico de pastagem dos Caqueteño crioulos é às 9h e das 13h30, enquanto no nível médio de cobertura de árvores, o pico de pastagem era ao meio-dia, 13h30 e 16h30, no nível alto de cobertura de árvores, o pico para as três raças era às 11h. Nas 9-9h30 e 16-17h, as raças reduzem substancialmente a ruminação.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21384 Micorrização e respiração microbiana do solo sob o cultivo de maracujá e pinhão manso em diferentes regimes hídricos 2022-01-21T10:20:07-03:00 Ane Gabriele Vaz Souza anevazsouza@gmail.com Layanara Oliveira Faria layanara.agro@hotmail.com Gabriela Aparecida Beserra gabriela.beserra@aluno.ueg.br Gabriela Gomes da Silva gabriela.silva@aluno.ueg.br Larissa Pacheco Borges larissa.pb@hotmail.com Fernanda Vaz Dias fernandadiasvaz@gmail.com Fábio Santos Matos fabio.matos@ueg.br Talles Eduardo Borges dos Santos talles.santos@ueg.br <p>Os fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) e a população microbiana do solo ocupam papel de destaque em amenizar os efeitos causados pelo estresse hídrico em diversas culturas, entretanto se faz necessário estabelecer parâmetros sobre a dinâmica da interação desses microrganismos com as plantas em condições de estresse. Diante do exposto, o trabalho teve por objetivo avaliar a micorrização e a respiração microbiana do solo cultivado com mudas de maracujá amarelo e pinhão manso submetidas a diferentes níveis de água. O experimento foi realizado em vasos na casa de vegetação localizada na Universidade Estadual de Goiás, unidade de Ipameri. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, e analisado em um esquema fatorial 2 x 7 sendo duas espécies de plantas (maracujá e pinhão manso) e sete níveis de fornecimento de água (25%, 50%, 75%, 100%, 125%, 150% e 175%) em relação a capacidade de campo (CC) do solo com cinco repetições, totalizando 70 parcelas experimentais de cultivo. Foram avaliadas a respiração microbiana do solo (RM), número de esporos micorrízicos (ESP) e colonização micorrízica (CM). Em termos de RM os solos responderam de forma distinta a alteração da umidade do solo, onde a microbiota do solo com pinhão manso se mostrou mais adaptada até aos 175% da CC que do maracujá. A condição de excesso hídrico provocou uma diminuição no ESP do solo de ambas a culturas, porém com efeito sendo mais significativo na cultura do maracujá que apresentou uma média de 77,2 esporos 50 g<sup>-1 </sup>de solo. A CM do pinhão manso e do maracujazeiro foram afetadas negativamente com o aumento dos níveis de umidade do solo, porém o pinhão manso apresentou em média uma taxa de CM 38,5% maior que o maracujá. De maneira geral a microbiota do solo e os FMAs sob mudas de pinhão manso responderam melhor ao estresse hídrico.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21419 Fitotoxicidade de subdoses do herbicida dicamba quando aplicado em pré-emergência da cultura da soja não-tolerante 2022-01-24T22:36:32-03:00 Saul Jorge Pinto de Carvalho sjpcarvalho@yahoo.com.br Túlio Braga Magalhães tuliobm96@gmail.com Ramiro Fernando López Ovejero ramiro.ovejero@bayer.com Matheus Gabriel Palhano matheus.palhano@bayer.com <p>As cultivares transgênicas de soja oferecem novas alternativas para a elaboração de programas de manejo de plantas daninhas, pois permitem a aplicação de herbicidas anteriormente considerados não seletivos à cultura, dentre estes, o herbicida dicamba. No entanto, é sabido que as cultivares não tolerantes são extremamente sensíveis a esse herbicida, de modo que a presença do mesmo na área, por consequência de deriva de outras áreas ou limpeza incorreta de tanque, pode promover injúrias à cultura. Assim, este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a suscetibilidade da soja não-tolerante ao dicamba quando submetida à deriva simulada deste herbicida em condição de pré-emergência da cultura. Três experimentos foram realizados, sendo dois em casa-de-vegetação e um em campo. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso, com quatro repetições. Em casa de vegetação, foram utilizadas as cultivares Agroeste AS 3590 IPRO e Nidera 7709 IPRO, simulando-se sete e seis doses de dicamba, respectivamente. A campo, foi utilizada a cultivar Monsoy 5917 IPRO, com seis doses. De forma geral, indiferente da variedade de soja, sintomas visuais foram observados nas plantas a partir da dose de 3,75 g ha<sup>-1</sup> de dicamba, sendo que a dose de 60 g ha<sup>-1</sup> foi considerada crítica. Abaixo desta dose, houve recuperação das plantas; no entanto, acima da mesma, houve redução na massa final das parcelas. Em campo, não foi registrada perda de produtividade da cultura da soja nas doses estudadas.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21203 Distribuição espacial da produção, qualidade e armazenamento de sementes de soja obtidas em várzea tropical 2022-01-13T23:02:47-03:00 Edmar Vinicius de Carvalho edmar.carvalho@ifto.edu.br Patricia Resplandes Rocha dos Santos patrícia.santos@ifto.edu.br Andressa Bruna Lima Morais andressa.morais@estudante.ifto.edu.br Wictor Matheus da Conceição de Jesus wictorm3@gmail.com Luigi Zanfra Provenci luigi.provenci@estudante.ifto.edu.br Cezar Neucir Freiberger cesarfreiberger@gmail.com Gustavo André Colombo gustavo.colombo@ifto.edu.br <p>Em um campo de produção de sementes de soja, as características relacionadas a qualidade das sementes não são uniformes e apresentam variação dentro da área de produção. O objetivo deste trabalho foi identificar a distribuição espacial da produção, da qualidade e do potencial de armazenamento de sementes de soja obtidas em condições de várzea tropical, na região de Lagoa da Confusão (Tocantins, Brasil). Adotou-se uma amostragem sistemática e malha amostral regular com distância de 100x100 m entre cada ponto (um ponto por hectare). Na colheita, as plantas foram trilhadas com as sementes sendo limpas, pesadas, secas e armazenadas até o momento das análises fisiológicas e sanitárias, realizadas à 50, 100, 150 e 200 dias após o armazenamento (DAA). Foi determinada a umidade atual do solo no momento da colheita. Os resultados mostraram que: a produtividade das sementes apresentou variação de 13,03% (195-342 g.m<sup>-</sup>²); os testes de germinação e do envelhecimento acelerado apresentaram aumento da variação com o tempo de armazenamento, com maior variabilidade neste último (24% a 96%) a 200 DAA; as propriedades analisadas apresentaram forte grau de dependência espacial, sendo possível identificar regiões com maior e menor qualidade de sementes de soja relacionadas ao vigor e também uma maior variação e distinção na área de estudo de acordo com o período de análises pós-colheita.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21146 Fontes alternativas de nitrogênio para intensificação da produção do capim Zuri 2021-12-20T17:18:33-03:00 Janine Mesquita Gonçalves janine.goncalves@ifgoiano.edu.br Hugo Jayme Mathias Coelho Peron hugo.peron@ifgoiano.edu.br Luis Carlos Dias Costa luisdiasagro@gmail.com <p>A intensificação de produção das pastagens no Brasil é altamente dependente da adubação nitrogenada. O objetivo foi avaliar a produtividade do capim Zuri, em manejo de cortes sucessivos, quando submetido ao consórcio com leguminosas forrageiras e incorporação de resíduos orgânicos em substituição à adubação com ureia. Foi utilizado o delineamento em blocos completos casualizados, com seis fontes de nitrogênio (ureia; esterco bovino; cama de frango; nabo forrageiro; amendoim forrageiro; calopogônio e soja perene), em quatro repetições. Os resíduos e a ureia foram aplicados no início do experimento e a semeadura das leguminosas forrageiras foi realizado no mesmo dia do capim. Foram realizados três cortes no capim, quando este atingiu 90 cm de altura. Avaliaram-se os seguintes parâmetros: altura, índice relativo de clorofilas, biomassa fresca e seca da parte aérea, concentração de nitrogênio, percentual de proteína e no terceiro corte, a quantidade de perfilhos e o perfilhamento. Observou-se também que houve boa produção do capim, expresso pelos índices de biomassa fresca e biomassa seca, bem como com a alta produção, independente do tratamento utilizado. É possível obter alta taxa de crescimento e desenvolvimento do capim Zuri, expresso pelo perfilhamento e produção de biomassa seca, com fornecimento de N com o uso de qualquer uma das fontes nitrogenadas utilizadas.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21197 Validação prática de modelos de infravermelho próximo para tomate: sólidos solúveis e acidez 2022-01-07T18:02:27-03:00 Fernanda Campos de Oliveira Aguiar fecolag@gmail.com Bruna Ariel Dias Guariglia brungua@gmail.com Annelisa Arruda de Brito annelisabrito@gmail.com Luiz Fernandes Cardoso Campos luizfernandescampos@hotmail.com Abadia dos Reis Nascimento abadiadosreis@ufg.br Gilmarcos de Carvalho Corrêa gccorrea@ufg.br Luís Carlos Cunha Junior cunhajunior.l.c@ufg.br <p>O tomate é a hortaliça mais produzida e consumida, tendo aceitabilidade tanto para o consumo in natura quanto para a industrialização. Apesar da ampla aceitação dos tomates, o consumidor apresenta como exigência para aquisição do fruto a qualidade, mensurada através de parâmetros como sólidos solúveis (SS) e acidez titulável (AT). Uma técnica de análise química, não destrutiva e não invasiva e de resposta rápida, é a de espectroscopia de absorção na região do infravermelho próximo que tem sido bastante utilizada em várias indústrias, desde agrícola a petroquímica. Considerando a produção em alta escala, a qualidade do tomate exigida pelos consumidores e por se tratar de uma técnica não destrutiva e não invasiva da espectroscopia no infravermelho próximo (Near Infrared Spectroscopy – NIR), faz-se necessário modelos testados em condições comerciais garantindo um modelo de infravermelho próximo para tomate facilitando a classificação. Realizou-se a validação de forma externa e prática dos modelos de infravermelho próximo para tomate in natura, comparando com os métodos destrutivos e conferindo a acurácia dos modelos na qualificação do fruto quanto aos teores de sólidos solúveis e acidez. O presente trabalho apresenta modelos do projeto executado de 2018 a 2019, construídos através dos aplicativos Model Builder e The Unscrambler e selecionados a partir de parâmetros como coeficiente de calibração, coeficiente da validação cruzada, erro médio do conjunto de calibração, e da validação cruzada e cálculo do desvio do resíduo de calibração. Os resultados foram obtidos através da previsão do modelo para os atributos sólidos solúveis (SS) e acidez titulável (AT), do tomate de mesa com maior variabilidade de produção. O modelo para SS apresenta potencialidade para uso comercial, seja na determinação de ponto de colheita, seja na quantificação de qualidade do vegetal. Já para AT, o NIR portátil não produziu um modelo aplicável pela limitação do comprimento de onda.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/21217 Resposta de cultivares de soja à redução na densidade de plantas no planalto norte catarinense 2022-02-22T11:52:49-03:00 André Felipe Hermann Deretti andrehermann94@gmail.com Luis Sangoi luis.sangoi@udesc.br Marcos Cardoso Martins Junior marcos.martins.agro@hotmail.com Paulo Sérgio Gularte pgularte7@gmail.com Valdeci Castagneti castanha@avenapapanduva.com.br Lucieli Santini Leolato lucieli.leolato@gmail.com Hugo François Kuneski hugokuneski@outlook.com Rafael Leandro Scherer rafaleandrosch@gmail.com Jardel Berkenbrock jardelberk@gmail.com Lucas Duarte duarttelucas95@gmail.com Marcelo de Souza Nunes nunesmarcelos@hotmail.com <p>A densidade de plantas é uma prática de manejo relevante para obtenção de altas produtividades na cultura da soja (<em>Glycine max </em>(L) Merrill). A tendência de diminuir a população de plantas é crescente devido ao alto custo das sementes. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar o desempenho agronômico de diferentes cultivares de soja à redução na densidade de plantas no Planalto Norte Catarinense. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso dispostos em parcelas subdivididas. Nas parcelas principais foram avaliadas cinco cultivares: AS3590 IPRO, BMX Ativa RR, BMX Zeus IPRO, M5838 IPRO e NS5445 IPRO. Nas subparcelas foram avaliadas quatro densidades populacionais: 120.000 plantas ha<sup>-1</sup>, 160.000 plantas ha<sup>-1</sup>, 200.000 plantas ha<sup>-1</sup> e a testemunha (densidade indicada pela detentora da cultivar). Foram realizadas avaliações de rendimento de grãos e seus componentes e os dados submetidos a análise de variância utilizando teste de F. Quando significativas, as médias dos efeitos principais foram comparadas pelo teste de Tukey, e em caso de interação, as médias foram comparadas por análise de regressão. Ambas as comparações foram ao nível de significância de 5%. A redução na população de plantas não afetou o número de vagens por área, o número de grãos por vagem, o índice de colheita e o rendimento de grãos. Por outro lado, a redução na densidade de plantas aumentou o número de vagens nos ramos e por planta. As cultivares de soja testadas suportaram reduções na população de plantas, sem afetar o rendimento de grãos e a produtividade. Desta maneira, a redução na densidade de plantas pode ser recomendada para a soja cultivada no Planalto Norte Catarinense.</p> 2022-03-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Autores e Revista de Ciências Agroveterinárias