Dramático ou pós-dramático, cena ou performatividade? Enrique Diaz antes e depois da Companhia dos Atores

Autores

  • João Bernardo Fernandes Caldeira Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573103302017140

Resumo

Entrevista com o encenador Enrique Diaz, instigado a responder sobre os tensionamentos e procedimentos como diretor artístico da Companhia dos Atores, até 2012, e os utilizados em sua recente trajetória-solo, na qual encenou três textos de Daniel MacIvor. Situado neste entrelugar entre cena e performance, árvore e rizoma, sob influxo tanto de Artaud como da tradição do teatro moderno, Diaz oferece um campo de horizontes possíveis sobre as reconfigurações, agenciamentos e possibilidades da própria encenação contemporânea. 

Biografia do Autor

João Bernardo Fernandes Caldeira, Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestre em Artes da Cena pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob orientação da profª Dra. Carmem Gadelha (UFRJ), com a pesquisa "Fluxos, Paradas e Trânsitos Companhia de um Ator: solo Enrique Diaz", que propõe um paralelo entre a sua atuação como diretor artístico da Companhia dos Atores e a sua trajetória teatral após deixar o grupo. Graduado em Comunicação Social pela UFRJ (2002), é graduando em Direção Teatral pela Escola de Comunicação da UFRJ. Além de pesquisador, dirigiu os espetáculos "Avenida Central", baseado na obra de João do Rio e com supervisão de Celina Sodré, vencedor do Programa de Fomento da Prefeitura do Rio; e "A Morta", texto de Oswald de Andrade e apresentado no Instituto do Ator. É autor (com Pedro Monteiro) do espetáculo "Funk Brasil - 40 Anos de Baile", vencedor de diversos prêmios e que circulou por Estados como São Paulo, Goiás e Espírito Santo. Produziu ainda espetáculos como "Agora É Tempo", "A Natureza do Olhar" (com Elisa Lucinda e supervisão de Amir Haddad), "Os Ruivos" e "A Bruxinha Que Era Boa". Como jornalista, foi repórter e crítico do Caderno B do Jornal do Brasil. É colaborador do jornal Valor Econômico, no qual assina, desde 2008, a coluna cultural Avant-Première, do caderno Eu & Fim de Semana. Campos de interesse e de pesquisa: Teatro Moderno, pós-dramático, artes performativas, pós-modernidade, arte contemporânea.

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Publicado

2017-12-18

Como Citar

Caldeira, J. B. F. (2017). Dramático ou pós-dramático, cena ou performatividade? Enrique Diaz antes e depois da Companhia dos Atores. Urdimento - Revista De Estudos Em Artes Cênicas, 3(30), 140-155. https://doi.org/10.5965/1414573103302017140

Edição

Seção

Entrevistas