Por un Sublime insurgente
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234618442026e0004Palabras clave:
Sublime, Paisaje, Decolonialidad, Pornobarbarie, Cuerpo-territorioResumen
El artículo analiza las estructuras perceptivas de lo Sublime desde una perspectiva crítica, con el objetivo de trazar una construcción estético-geopolítica en diálogo con la noción de Paisaje. Metodológicamente, se realizó un relevamiento histórico-conceptual que vincula el imperialismo europeo del siglo XVII en Brasil con el liberalismo moderno y el capitalismo contemporáneo, utilizando la noción de commodity como categoría de mediación. Como resultado de la triangulación colonial de estos períodos, se identifican los efectos estéticos y políticos de la Pornobarbarie sobre los cuerpos y los territorios. Se concluye que la insurgencia de lo Sublime emerge como una estética de lo en-común, fundamentada en cosmovisiones decoloniales capaces de reconocer a la Naturaleza como sujeto de derechos, superando el utilitarismo estético occidental por medio de la comunión y el co-pertenecimiento al territorio.
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