O corpo zoo-humano em O quadro de todos juntos, do Grupo Pigmalião – escultura que mexe

Autores

  • Cássia Macieira ATEBEMG, ABTB – UNIMA BRASIL (Belo Horizonte – Brasil)

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701172017122

Resumo

O Grupo Pigmalião – escultura que mexe –, com a dicção que lhe é própria em afetar o espectador, surpreendeu o Teatro de Animação, em 2014, com a encenação O quadro de todos juntos. A escolha da máscara-porco em corpo bípede acentua a fronteira da humanidade e não-humanidade denunciando o domínio sobre o animal e, sobretudo, sobre o outro. E, ao repetir o gesto da despersonalização/desumanização pela máscara no ator, confirma sua vocação tanto pelo gênero do Teatro de Animação quanto pelo “outro corpo” para o comportamento desse ator na cena: o boneco como referência do “modelo de interpretação” ou a busca da “nova gestualidade”.

Palavras-chave: Teatro de Animação. Bonecos. Máscaras.

Biografia do Autor

Cássia Macieira, ATEBEMG, ABTB – UNIMA BRASIL (Belo Horizonte – Brasil)

Doutora em Literatura Comparada pela UFMG (2014). Mestre em Artes Visuais (2001). Bonequeira-atriz, foi pesquisadora-visitante no Institut International de la Marionnette em Charleville-Mézières (2000). Bacharel em Cinema de Animação e Gravura e licenciada em Letras. Membro do Grupo de Pesquisa Intermidialidades (UFMG) e Membro da ATEBEMG, ABTB – UNIMA BRASIL.

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Publicado

2018-03-06

Como Citar

MACIEIRA, C. O corpo zoo-humano em O quadro de todos juntos, do Grupo Pigmalião – escultura que mexe. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 1, n. 17, p. 122-133, 2018. DOI: 10.5965/2595034701172017122. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/moin/article/view/1059652595034701172017122. Acesso em: 22 out. 2021.