“Nem o mel nem a cabaça”

a fortuna da cor de uma professora de artes visuais parda

Autores

  • Flávia Pedrosa Vasconcelos Grupo de Pesquisa em Artes Visuais e Criatividade - GPAVC/CNPQ Laboratório de Criatividade e Inovação em Artes Visuais - LACRIA. Departamento de Artes Visuais Centro de Artes e Letras - CAL Universidade Federal de Santa Maria - UFSM http://orcid.org/0000-0001-9853-5588

DOI:

https://doi.org/10.5965/24471267712021281

Resumo

Este texto se configura como um olhar narrativo sobre a construção da identidade profissional a partir de uma professora de Artes Visuais parda. Realça interpretações do termo “fortuna da cor”, utilizando de pontos de inflexão da memória, buscando proporcionar, por intermédio de reflexões autobiográficas, entendimentos sobre como a formação e a práxis em sala de aula conectam conceitos e práticas na experiência de ser/estar/tornar-se professora. Assim, numa perspectiva cartográfica a cada ponto traduz uma passagem que alia territórios geográficos, culturais à produção de pertencimento, revendo os modos de ver, da voz ao corpo sentido em análise sobre o atual momento de pandemia de covid19. Por essas razões, os caminhos trilhados intentam dialogar com outras/os em uma pintura que retrate a atualidade e dê abertura para espaços mais ampliados e contextualizadores, em que tons de pele sejam ponto de compartilhamentos e não de invisibilidades na e para a formação de professoras de Artes Visuais.

Biografia do Autor

Flávia Pedrosa Vasconcelos, Grupo de Pesquisa em Artes Visuais e Criatividade - GPAVC/CNPQ Laboratório de Criatividade e Inovação em Artes Visuais - LACRIA. Departamento de Artes Visuais Centro de Artes e Letras - CAL Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Docente do Departamento de Artes Visuais, Centro de Artes e Letras - CAL da Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Líder do Grupo de Pesquisa Artes Visuais e Criatividade - CNPQ/UFSM. Doutora em Educação Artística pela Universidade do Porto - Portugal, bolsista CAPES Doutorado Pleno no Exterior. Diplomação reconhecida no Doutorado em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás - UFG. Mestra em Artes Visuais - UFPB/UFPE, linha: Ensino das Artes Visuais no Brasil, com pós Lato sensu em Arte-Educação e Língua Portuguesa pela Universidade Regional do Cariri - URCA, graduada em Artes Plásticas com habilitação para o ensino de Arte pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE. Professora colaboradora do Mestrado e Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB)(2016-2019) .Membro fundadora da Rede Latino-americana de Investigação na Formação de Professores de Arte (LAIFOPA). Membro da International Society for Education through Art - INSEA, da Rede Iberoamericana de Educação Artística - RIAEA, da Red Iberoamericana de Comunicación y Divulgación Científica, da Red de la Organización de Estados Iberoamericanos - OEI en las Metas Educativas 2021, da Federação de Arte/Educadores do Brasil - FAEB. Líder do Grupo de Pesquisa Arte e Decolonialidade - GPADE - CnPQ - UNIVASF. Membro do Observatório da Formação de Professores - Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Membro do Grupo de Pesquisa ARTEVERSA - Grupo de estudo e pesquisa em Arte e Docência, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselheira Mundial InSEA América Latina (2017-2019), eleita em 2016. SITE: https://flaviapedrosavasco.wixsite.com/art

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Publicado

2021-06-02

Como Citar

Vasconcelos, F. P. (2021). “Nem o mel nem a cabaça”: a fortuna da cor de uma professora de artes visuais parda. Revista Apotheke, 7(1). https://doi.org/10.5965/24471267712021281