Falemos sobre o lixo: o trabalho da atriz que emerge do que está fora de lugar

Autores

  • Stefanie Liz Polidoro Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573103332018311

Resumo

Neste artigo pretendo apresentar uma das questões que venho trabalhando em minha pesquisa de doutorado referente à investigação de práticas cênicas feministas, relacionada à produção de lixos e descartes (concretos, como resíduos alimentares; metafóricos, como a lapidação do vocabulário), e à possibilidade de criação a partir deste material. Como aporte teórico principal optei pela antropóloga Mary Douglas, e sua obra Pureza e Perigo: ensaio sobre a noção de poluição e tabu(1966), na qual discute a questão do descarte como algo que está fora de alguma ordem estabelecida. Para construir tal discussão, trago para dialogar comigo a personagem Ternurinha, uma mulher em situação de rua, criada no ano de 2009 durante minha graduação em Teatro na UFRGS, e que me acompanha ainda hoje. 

Biografia do Autor

Stefanie Liz Polidoro, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis, SC

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Teatro da UDESC, na área de Linguagens Cênicas, Corpo e Subjetividade.

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Publicado

2018-11-19

Como Citar

Polidoro, S. L. (2018). Falemos sobre o lixo: o trabalho da atriz que emerge do que está fora de lugar. Urdimento - Revista De Estudos Em Artes Cênicas, 3(33), 311-327. https://doi.org/10.5965/1414573103332018311

Edição

Seção

Dossiê Temático - Teatros Feministas: Lutas e Conquistas