Contato Improvisação como uma Arte de viver [parte 3]

Autores

  • Jörg Schmid Universidade Philipps de Marburgo
  • Tradutor: Bruno Garrote Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573103302017112

Resumo

A presente tradução é a continuação de um projeto de tradução, apoiado e incentivado pela revista Urdimento, relativo a partes do doutorado Contato Improvisação como uma Arte de viver, de Jörg Schmid da Universidade Philipps de Marburgo. Essa é a terceira tradução, [parte 3], desse projeto, a qual foca em noções de qualidade de vida, bem-estar subjetivo, felicidade e satisfação da vida enquanto reações emocionais e avaliações cognitivas; além de apresentar a teoria do fluxo de Csikszentmihalyi, pesquisas atuais, inclusive no campo da neurofisiologia, associadas à vivência do fluxo e elementos como perda da consciência do eu, concentração, foco, unidade, distorções temporais, adequação entre habilidade e exigência, diferentes aplicações da vivência do fluxo e seus desdobramentos no dia-a-dia etc. Essa tradução pretende continuar contribuindo para o cenário da dança e dos estudos performáticos, mostrando a importância do Contato Improvisação (CI) como uma crescente e mundialmente disseminada forma de dança contemporânea e pesquisa de movimento corporal, ainda pouco estudada no Brasil.

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Biografia do Autor

Jörg Schmid, Universidade Philipps de Marburgo

Doutor pela Universidade Philipps de Marburgo.

Tradutor: Bruno Garrote, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP

Doutor em Filosofia e Teoria do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FD/USP). Criador e Responsável pela disciplina de cultura e extensão "Corpo e Consciência Jurídica" da FD/USP desde 2ºsem/2014. É dançarino, professor e pesquisador de Contato Improvisação.

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Publicado

2017-12-18

Como Citar

SCHMID, Jörg; GARROTE, Tradutor: Bruno. Contato Improvisação como uma Arte de viver [parte 3]. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 3, n. 30, p. 112–139, 2017. DOI: 10.5965/1414573103302017112. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573103302017112. Acesso em: 21 maio. 2024.

Edição

Seção

Traduções