Ensaio sobre “Ser dispositivo ou ser agenciamento” - Uma coleção de Nike, dramaturgia, política e outros itens

Autores

  • Eduardo de Almeida Santos Professor Seeduc

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101312018225

Resumo

O presente artigo trata sobre questões de agenciamento e vivencia. Tanto em trabalhos reconhecidos como a encenação de Esperando Godot, de Suzan Sontag, como a criação dramatúrgica de: Oh! Menino, de um grupo de teatro de comunidade. Destas relações pretende-se perceber a dinâmica de jogo e disputa em campos como política, subjetividades e artes principalmente em zonas de conflitos.

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Biografia do Autor

Eduardo de Almeida Santos, Professor Seeduc

Professor, diretor e  dramaturgista.  Mestre em Ciência da Literatura da UFRJ. Técnico em Interpretação pela Escola de atores Cathedra, participante do projeto E.L.T. e  graduado em Teoria Teatral pela UNRIO. Fundou e mantém desde 2003 o grupo de teatro “MGT OS COLORIDOS”, onde desenvolve um trabalho de formação social e critica apoiada em contação de histórias, adaptações literárias, peças infantis e de humor.

 

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Publicado

2018-04-23

Como Citar

SANTOS, E. de A. Ensaio sobre “Ser dispositivo ou ser agenciamento” - Uma coleção de Nike, dramaturgia, política e outros itens. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 31, p. 225-236, 2018. DOI: 10.5965/1414573101312018225. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573101312018225. Acesso em: 3 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Temático: A luz em cena: criação e estética -