Quanto de memória há no saber-fazer do palhaço? As questões contemporâneas sobre o patrimônio cultural a partir do trabalho de um grupo familiar de circo-teatro

Autores

  • Darlan De Mamann Marchi Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, RS

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101262016287

Resumo

O Circo-teatro ou Teatro de Lona do Bebé, atuante na região sul do estado do Rio Grande do Sul, dá continuidade a uma antiga prática teatral itinerante. Os vários espetáculos do repertório do grupo são releituras que mesclam elementos do passado a situações e temas contemporâneos e que possuem como protagonista o palhaço Bebé, o pai da família e proprietário do circo. Através da pesquisa foi possível verificar que o fazer teatral do grupo vincula-se estreitamente a uma memória familiar, sob a qual estão os fatores organizadores do trabalho. Pensar sobre a patrimonialização da prática teatral popular da qual o grupo/família é detentora traz consigo os desafios contemporâneos do debate sobre o patrimônio cultural. 

 

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Biografia do Autor

Darlan De Mamann Marchi, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, RS

Graduado em História. Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Doutorando do Programa de Pós Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural; Universidade Federal de Pelotas. Bolsista Capes.

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Publicado

2016-07-31

Como Citar

MARCHI, D. D. M. Quanto de memória há no saber-fazer do palhaço? As questões contemporâneas sobre o patrimônio cultural a partir do trabalho de um grupo familiar de circo-teatro. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 26, p. 287 - 309, 2016. DOI: 10.5965/1414573101262016287. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573101262016287. Acesso em: 30 nov. 2022.