Resenha do livro de Daniela Capona “eu os levaria para uma illha… estratégias para a aparição da subjetividade queer na cena teatral chilena” ou “você gosta de brincar”
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234617432025e0005Palavras-chave:
história queer do teatro chileno, história queer, teoria e crítica teatral chilenaResumo
A una isla los llevaría… Estrategias de aparición de la subjetividad marica en la escena teatral chilena (Eu os levaria para uma ilha… Estratégias para a aparição da subjetividade queer na cena teatral chilena), de Daniela Cápona, propõe uma reconstrução crítica de seis décadas de história teatral a partir das dissidências sexuais. Combinando teoria, testemunho e material de arquivo, a autora resgata memórias marginalizadas pela História oficial e desmonta narrativas dominantes que omitiram ou distorceram a presença queer. A “ilha” funciona como metáfora ambivalente: espaço de prazer e subversão, mas também de reclusão, tortura e desaparecimento, vinculando o teatro a contextos de repressão ditatorial, perseguição, hiv/aids e neoliberalismo. O texto percorre desde a adoção de textos internacionais até o surgimento do cabaré, do prostíbulo e do espetáculo de variedades como estratégias de visibilidade e resistência. Obras e criadores como Ramón Griffero, Andrés Pérez, Hija de Perra, Blue Ballet e El Gran Circo de Timoteo compõem um mapa de práticas artísticas que politizam o desejo, reivindicam o humor como ferramenta e colocam o monstruoso como potência crítica. O objetivo deste livro é reconstruir genealogias da subjetividade queer no teatro chileno, destacando suas estratégias estéticas e políticas em diálogo com os contextos históricos que buscaram apagá-las, a fim de afirmar seu lugar na memória cultural e enfrentar as lacunas da história oficial.
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Referências
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