A máscara e os personagens mascarados nos folguedos maranhenses

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701262022119

Palavras-chave:

Maranhão, Máscara, Folguedo, Cultura Popular

Resumo

Este trabalho discorre sobre o uso da máscara como objeto estético, lúbrico, ora poético, ora contraventor, e sobre seu uso por períodos de festividades marcantes da cultura popular do Estado do Maranhão. Procura-se estabelecer uma breve investigação sobre a simbologia de tais objetos nos aspectos do riso e do grotesco. Busca-se, também, estabelecer um breve entendimento de como e quando esse objeto máscara e sua utilização nos folguedos pode ter sido considerado nocivo ou vítima de um posicionamento político retrógrado. Superando as possíveis divergências, pode ser encontrado sobejamente como integrante de composições tipológicas de personagens, a partir da construção de formatos e materiais variados e também das diferentes maneiras de vesti-lo.

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Biografia do Autor

Tácito Freire Boralho, Universidade Federal do Maranhão - UFMA

Doutor e Professor Associado do Departamento de Artes Cênicas do Centro de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão. É dramaturgo, ator e diretor. Diretor Artístico da Companhia Oficina de Teatro / COTEATRO.

Rogério Vaz da Silva, Universidade Federal do Maranhão - UFMA

Mestrando e Professor do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas – PPGAC da Universidade Federal do Maranhão. Ator e Secretário da Companhia Oficina de Teatro – COTEATRO e Coordenador Adjunto do Grupo Casemiro Coco.

 

Referências

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Publicado

2022-09-03

Como Citar

BORALHO, T. F.; SILVA, R. V. da . A máscara e os personagens mascarados nos folguedos maranhenses. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 1, n. 26, p. 119-135, 2022. DOI: 10.5965/2595034701262022119. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/moin/article/view/22416. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê: O Riso e o grotesco no teatro de animação