A marionete íntima e voraz

Autores

  • Juliana Notari Duo Anfíbios – Teatro de Marionetes e Música (São Paulo – Brasil)

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701172017146

Resumo

O mergulho e a internação em casas de repouso para a criação da série de
miniespetáculos Velhas caixas resultaram na pesquisa gestual e textual sobre a velhice e o gesto essencial da marionete. Juliana Notari abre pela primeira vez seu diário de criação e compartilha momentos íntimos e profundos vivenciados em seis meses de residência de criação. O corpo da marionetista, a travessia incessante entre a vida e morte para existência da marionete e a utopia costuram o texto.

Palavras-chave: Afetos. Gestualidade. Criação.

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Biografia do Autor

Juliana Notari, Duo Anfíbios – Teatro de Marionetes e Música (São Paulo – Brasil)

Marionetista pesquisa a marionete em suas diferentes fusões, formas e territórios. Realizou turnês pelo México, Argentina, Espanha, Colômbia, Letônia, França, Coréia, Portugal, República Tcheca, Argentina, Bolívia, Itália, Suíça, entre outros países. Dedica-se à difusão da marionete contemporânea organizando o Cabaret Insólito. É uma das gestoras do Condomínio Cultural, espaço independente e colaborativo, na cidade de São Paulo, onde implementa um atelier coletivo para a marionete contemporânea.

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Publicado

2018-03-06

Como Citar

NOTARI, Juliana. A marionete íntima e voraz. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 1, n. 17, p. 146–165, 2018. DOI: 10.5965/2595034701172017146. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/moin/article/view/1059652595034701172017146. Acesso em: 15 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos fora do Dossier Temático