Processos de criação de arte educadores/as: a elaboração de recursos didáticos-brinquedos para que bebês aprendam (com) arte

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/24471267622020073

Palavras-chave:

educação , arte educação , educação infantil , estágio supervisionado , formação de professores

Resumo

 Nesta reflexão, temos como objetivo refletir sobre o processo de criação de arte educadores/as na elaboração de recursos didáticos-brinquedos - artefatos que contribuem para que bebês brinquem e aprendam (com) Arte. Os pressupostos teórico-metodológicos que orientaram esta pesquisa e os processos de criação que ela envolveu têm relações com os Estudos da Cultura Visual. Como resultado, descrevemos a experiência que vivenciamos no Estágio Supervisionado em Artes Visuais, com uma turma de bebês da Educação Infantil e comentamos sobre os recursos didáticos-brinquedos criados por nós. Também compartilhamos três critérios para incentivar docentes na criação de seus próprios recursos didáticos-brinquedos argumentando sobre as potências que a atuação de profissionais com formação específica em Artes Visuais pode acarretar para a Educação Infantil.

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Biografia do Autor

João Paulo Paulo Baliscei, UEM

Doutor em Educação (2018) pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá com estudos na Facultad de Bellas Artes/ Universitat de Barcelona, Espanha. Mestre em Educação (2014) pela Universidade Estadual de Maringá; Especialista em Arte-Educação (2010) e Educação Especial (2011) pelo Instituto de Estudos Avançados e Pós-Graduação; e Graduado em Artes Visuais pelo Centro Universitário de Maringá (2009). É professor no curso de Artes Visuais na Universidade Estadual de Maringá e coordenador do Grupo de Pesquisa em Arte, Educação e Imagens - ARTEI. Desenvolve pesquisas sobre Educação, Arte/ Ensino de Arte; Estudos Culturais; Estudos da Cultura Visual; Visualidades; Gênero e Masculinidades

Regina Ridão Ridão Ribeiro dePaula, Universidade Estadual de Maringá

Graduanda do 4 ano de Artes Visuais

Referências

“[...] ampliar o modo de perceber a si mesma e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos” (BRASIL, 2018, p.38)

“[...] não implica necessariamente a ausência de originalidade e de criatividade, mas o desejo de incorporar objetos que lhe suscitam interesse”. (DERDYK 1994, p.110)

“sobre as maneiras de se perceber o cotidiano” (NUNES, 2010, p. 54)

“[...] encantamento e coerção, sedução e dor” (NASCIMENTO, SOUZA E COELHO, 2015, p. 285)

“[...] na invenção, na busca inquieta, impaciente, permanente, que os homens fazem no mundo, com o mundo e com os outros”. (FREIRE, 1987, p. 38)

“[...] as mãos precedem os instrumentos (buchas e pincéis) [...]”

“[...] as crianças necessitam de grandes superfícies de papel [...]” (CUNHA, 1995, p. 19)

“[...] saberes que nos ajudem a dar sentido ao emergente e ao mutável, a compreendermos a nós mesmos e ao mundo em que se vive, tanto por parte do professorado como dos alunos”. (HERNÁNDEZ, 2007, p.35-36)

“[...] a criança se alimenta, entre outras fontes, da arte adulta a que tem acesso, que se configura como devir de seu trabalho a partir de um caminho próprio que ela mesma desenvolve” (IAVELBERG, 2013, p.18)

“O trabalho de fidelização das famílias à educação em arte dos filhos é muito importante porque integra propósitos da casa e da escola em benefício do aluno”. (IAVELBERG, 2013, p. 63)

“[...] participação social nos equipamentos e bens culturais disponíveis na região.” (IAVELBERG, 2013, p. 63)

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Publicado

2020-08-30 — Atualizado em 2020-08-30

Versões

Como Citar

BALISCEI, J. P. P.; RIDÃO RIBEIRO DEPAULA, R. R. Processos de criação de arte educadores/as: a elaboração de recursos didáticos-brinquedos para que bebês aprendam (com) arte. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 6, n. 2, 2020. DOI: 10.5965/24471267622020073. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/apotheke/article/view/17355. Acesso em: 28 set. 2022.