Margarete (MARGA) Ferreira: Pioneirismo e representatividade feminina na iluminação cênica brasileira

Autores

Palavras-chave:

Iluminação cênica. Mulheres na luz. Criação de luz.

Resumo

Com uma trajetória de 43 anos na iluminação cênica brasileira, Margarete (Marga) Ferreira é uma das primeiras mulheres a ingressar na profissão de iluminadora. Nesta entrevista, ela nos conta histórias sobre seu início de carreira como operadora de luz até sua afirmação como criadora de luz, atuando em espetáculos de teatro, teatro de bonecos, óperas e, principalmente, em shows de música, onde trabalhou com artistas como Adriana Calcanhotto, Engenheiros do Hawaii, Cássia Eller e Leila Pinheiro. Seus relatos nos elucidam a característica do seu desenvolvimento profissional empírico a partir de diferentes experiências fazendo luz, dão indícios de como foi consolidada essa profissão no Brasil e revelam as dificuldades enfrentadas pelas mulheres nessa área de atuação.    

Biografia do Autor

Camila Barbosa Tiago, Universidade Federal de Uberlândia

Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN (2017). Especialista em Iluminação e Design de Interiores pelo Instituto de Pós-graduação - IPOG (2015). Graduada em Teatro (licenciatura) pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU (2010). É Diretora de Iluminação do curso de Teatro do Instituto de Artes da UFU.

Natasha Kerolen Leite da Silva, Universidade Federal do Pará (UFPA)

Mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará - UFPA (2016). Graduada na primeira turma de Licenciatura em Dança da UFPA (2011) e em Design de Interiores da IFPA (2007). Técnica de Iluminação do Teatro Universitário Cláudio Barradas e Coordenadora do Laboratório CENOLUX / TUCB da UFPA.

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Publicado

2021-07-30

Como Citar

TIAGO, C. B.; SILVA, N. K. L. da. Margarete (MARGA) Ferreira: Pioneirismo e representatividade feminina na iluminação cênica brasileira. A Luz em Cena: Revista de Pedagogias e Poéticas Cenográficas, Florianópolis, v. 1, n. 01, p. 1-26, 2021. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/aluzemcena/article/view/20784. Acesso em: 20 out. 2021.