Modos de composição em artes presenciais: políticas inventivas nas ações modulares do coletivo Mapas e Hipertextos

Milene Lopes Duenha, Paloma Bianchi, Raquel Purper

Resumo


Políticas de relação e política como tema: como articular os dois entendimentos de política em ações artísticas que encontram-se alicerçadas pela noção de invenção? O que aparece primeiro no processo de composição em artes presenciais: o significado que permite a ampliação para os sentidos, ou os procedimentos que experienciam sentidos diversos e os convergem em significado? Questões como essas norteiam a escrita deste artigo que apresenta alguns relatos e conexões advindos de experiências compositivas desenvolvidas pelo Mapas e Hipertextos, coletivo de pesquisa e criação, sediado em Florianópolis-SC.  Algumas pistas se revelam na trama entre teorias de pesquisadores como Bruno Latour, Virgínia Kastrup e Jacques Rancière e descrições de experiências de integrantes do coletivo durante o processo de desenvolvimento de duas ações modulares que integram o trabalho intitulado Sem Cabimento (2015).

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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573101262016218

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