Comentários sobre “L’avventura”, de Giorgio Agamben: um ensaio sobre deuses, destino e literatura.

Thays Tonin, Luan Luis Sevignani

Resumo


Publicado em junho de 2015, na Itália, pela editora Nottetempo, e ainda aguardando por sua publicação em português, este pequeno ensaio intitulado L’avventura, de Giorgio Agamben, não deixa de pagar tributo tanto aos propósitos warburguianos quanto ao seu constante diálogo com Heidegger. Agamben, neste ensaio, passa pelas “Saturnais” de Macróbio, assim como pela poesia cavalheiresca medieval, por Goethe, Dante, Simmel, Hegel e tantos outros, reconstruindo dessa forma os vários sentidos da palavra “aventura”. Aventura essa, que não é apenas um exercício estético, já que, nas palavras do autor, “aventura e palavra, vida e linguagem, se confundem e o metal que resulta da respectiva fusão é o destino”. Eis a proposta agambeniana: dar conta das várias formas (e corpos) que o termo “aventura” conserva, bem como articulá-la às constantes máscaras sob as quais os deuses se apresentam. 


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