insígnia, escafandro, sátira e locus: análise de processos criativos em comprovisação

Autores

  • Arthur Faraco UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas UEPG - Universidade Estadual de Ponta Grossa

DOI:

https://doi.org/10.5965/2525530406012021e0002

Resumo

Nosso objeto de análise neste artigo é o conjunto de peças insígnia, escafandro, sátira e locus, criadas pelo autor. Estas são consideradas como experimentos em comprovisação, devido às características de seus processos criativos. Comprovisação, como um termo recente na literatura, não há até o momento um consenso; por isto, reunimos aqui possíveis antecedentes, as noções sobre e práticas que buscam na comprovisação sua caracterização. Distinguimos duas vertentes teóricas sobre o assunto, e realizamos considerações próprias almejando uma compreensão do termo a partir de uma interligação dos fluxos de interpretação e improvisação – estes vinculados a noções de processos generativos da performance e da compreensão de Falleiros (2012) sobre o pacto. Por meio de ferramentas tradicionais de análise, e da perspectiva notacional de Bhagwati (2013), acreditamos que a ressignificação dos gestos improvisados existentes nas peças analisadas aponta para a compreensão destas como experimentos em comprovisação.

Biografia do Autor

Arthur Faraco, UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas UEPG - Universidade Estadual de Ponta Grossa

Professor Colaborador no Departamento de Artes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no curso de Licenciatura em Música. Mestrando em Música pela UNICAMP.

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Publicado

2021-05-29

Como Citar

Faraco, A. (2021). insígnia, escafandro, sátira e locus: análise de processos criativos em comprovisação. Orfeu, 6(1). https://doi.org/10.5965/2525530406012021e0002