A heurística de um Marionete, à maneira de Francis Ponge.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034702162016174

Resumen

Neste artigo, tentamos descrever a gênese de uma pesquisa sobre os bonecos e
as “descobertas” que resultam disto. Se, por um lado, a pesquisa é solitária, ela também é perpassada de múltiplas vozes. O primeiro problema é o de formular os problemas de modo novo. O segundo problema constitui-se em trazer conceitos adequados, às vezes à partir de sua própria cultura, às vezes através do dom de agarrar as boas ideias que passam: é necessário cultivar a arte do Kairós, do momento propício, da boa ocasião… O artigo apresenta, ao mesmo tempo, a ficção do monólogo interior, as reflexões metodológicas transcendentais e o processo de pesquisa propriamente dito.

Palavras-chave: Bonecos. Instruir. Aprender. Ética. Arte-terapia.

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Biografía del autor/a

  • Philippe Choulet, Université de Strasbourg

    Professor honorário de Filosofia em Strasbourg.
    Ensinou em classes preparatórias de Lettres Supérieures Ulm, em Lyon (Lycée du Parc) e em Strasbourg (Lycée Fustel de Coulanges). Professor de História da Arte na École Emile Cohl, em Lyon. Encarregado do curso na Faculdade de Filosofia de Strasbourg. Ligado ao Festival Mondial des Théâtres de Marionnettes de Charleville e ao Pyka Puppet
    Festival, dirigido por Grégoire Callies, no Théâtre de L’Atalante em Paris.

Publicado

2018-02-26

Número

Sección

Artigos fora do Dossier Temático

Cómo citar

A heurística de um Marionete, à maneira de Francis Ponge. Móin-Móin - Revista de Estudios sobre Teatro de Formas Animadas, v. 2, n. 16, p. 174–188, 26 feb.2018.

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