O simulacro do desastre: Cristian Segura e a percepção do espaço

Autores

  • Joana Aparecida da Silveira do Amarante Universidade do Estado de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5965/1808312907092012130

Palavras-chave:

Cristian Segura, Roy Lichtenstein, dispositivo, simulacro, ruína

Resumo

Cristian Segura, convidado para participar da 6a VentoSul — Bienal de Curitiba, em 2011, cria um circuito narrativo através de três palavras em tupi-guarani — Sununu, Soro e Itaverá — palavras com significados distintos, mas que sugerem, a partir de seu desenho gráfico, um grande estrondo de vidros se quebrando. As onomatopeias, sugerindo ruínas e escombros, também aparecem nas pinturas de guerra do artista americano Roy Lichtenstein. Percebemos que ambos os artistas, através de dispositivos, como a representação dessas onomatopeias em linguagem de quadrinhos, conseguem criar outro espaço imerso na destruição e ruínas.

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Publicado

2018-10-23

Como Citar

AMARANTE, J. A. da S. do. O simulacro do desastre: Cristian Segura e a percepção do espaço. DAPesquisa, Florianópolis, v. 7, n. 9, p. 130-143, 2018. DOI: 10.5965/1808312907092012130. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/13952. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Artes Visuais