LA POLÍTICA DE RE-VINCULACIÓN DEL ESTADO URUGUAYO CON SU DIÁSPORA
A POLÍTICA DE RE-VINCULAÇAO DO ESTADO URUGUAIO COM SUA DIÁSPORA

Ana Maria Sosa González

Resumo


Existe una  diáspora uruguaya, que es cuantitativamente relevante en relación con el tamaño  de la población del país, y hay un importante contingente de uruguayos, aunque  aún no cuantificado, vinculado con los proyectos del país. La diáspora uruguaya  presenta, entre otras características, una voluntad manifiesta de acompañar de  cerca la evolución de la realidad uruguaya. Este interés se expresa en la  búsqueda permanente de información de lo que ocurre en Uruguay, muchas veces  canalizada a través del creciente número de organizaciones que actúan de nexo entre  las distintas colectividades de emigrantes y el país, unido al interés expreso  de la nueva administración del Estado a partir de 2005, con la creación de los  Consejos Consultivos, organizaciones de uruguayos de diversas colonias del  exterior que actúan como nexo, vínculo y representantes de la colonia con el  país.El  presente artículo busca presentar el estado de la situación y demostrar   por medio del estudio de varios casos, a través de entrevistas y contactos con  diversos uruguayos que residen "fuera" de fronteras, que es este un  aspecto fundamental en la construcción identitaria permitiendo reforzar lazos  de pertenencia, vínculos y participación originales en el entorno  latinoamericano.


Palabras-Clave: diáspora  uruguaya, política de re-vinculción, migración y  identidad


 


Resumo


Existe uma diáspora uruguaia,  que é quantitativamente relevante em relação ao tamanho da população do país,  bem como há um importante contingente de uruguaios ainda não quantificados que  deixaram a nação. A diáspora uruguaia apresenta, entre outras características,  uma vontade expressa dos que partiram de acompanhar o que se sucedeu no  Uruguai. Este interesse expressa-se na busca permanente de informação sobre o que  acontece no Uruguai, muitas vezes, canalizada através do crescente número de  instituições que agem entre as diversas coletividades de emigrantes, unido ao  interesse explícito da nova administração federal, a partir de 2005, com a  criação dos Conselhos Consultivos e organizações de uruguaios de várias  colônias do exterior.  O presente artigo  visa apresentar as características desse processo, como também  demonstrar,  por meio do estudo de vários casos, através de entrevistas e  contatos com uruguaios que residem "fora" das fronteiras, que este é  um aspeto fundamental na construção identitária permitindo reforçar laços de  pertencimento, vínculos e participação originais no entorno latino-americano.


Palavras-Chave: diáspora uruguaia, política  de re-vinculção, migração e identidade


 


Abstract


There is a “Uruguayan Diaspora”, which  is quantitatively relevant in relation to the population of the country, and  there are a significant number of Uruguayan citizens, not yet quantified, who  are related to the country´s projects. Among other characteristics, the  Uruguayan Diaspora shows an evident desire to closely accompany the evolution  of the Uruguayan reality. This interest is clearly expressed in the permanent  search for information of what is going on in Uruguay, many times channeled  through the growing number of organizations that operate as a link between the  different emigrants’ communities and the country, together with the expressed  interest of the new Administration of the country which took office in 2005,  with the creation of the Consulting Councils, organizations of Uruguayan  citizens belonging to different colonies abroad which constitute the link, bond  and representatives of the colony with the country. This article intends to  show the present situation and demonstrate, through interviews conducted with  several Uruguayan citizens residing abroad, that this is an essential aspect in  the identity building, allowing the reinforcement of the original ties,  commitment and participation within the Latin American framework.


Keywords: Uruguaian diaspora,  reconnection policies, migration and identity.


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