Devir trapo: materialismos indisciplinados e avatares têxteis
DOI:
https://doi.org/10.5965/1414573102582026e302Palavras-chave:
autobiografía, educación, géneros, performatividad, teoría queerResumo
As potências dos novos materialismos e da teoria queer espelham-se em uma metodologia de pesquisa performática aplicada ao campo educacional. A investigação articula seus resultados em torno do objeto têxtil/avatar YoYoYo, que opera mediante uma tríplice mimese (Eu Yolanda Jocasta). Através de uma metodologia de jogo adulto em sete degraus, o trabalho propõe uma ruptura com a racionalidade disciplinar da academia. A práxis do devir-trapo permite uma expansão corpórea que reorienta o ambiente pedagógico. O uso de avatares têxteis facilita a emergência de um materialismo indisciplinado, onde o corpo pesquisador torna-se um acontecimento estético e político na formação docente.
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