Angola: musicalidade, política e anticolonialismo (1950 - 1980)

Autores

  • Amanda Palomo Alves Universidade Federal Fluminense (UFF)

DOI:

https://doi.org/10.5965/2175180305102013373

Resumo

Angola foi colônia de Portugal até 1975 e sua luta anticolonial possui importantes características no cenário africano, como: a produção literária de protesto; denúncias escritas por intelectuais; diferentes e divergentes movimentos sociais e políticos de luta pela liberdade; greves; desobediência civil; e, também, a musicalidade. Neste contexto, a música popular urbana auxiliou na construção de uma consciência nacionalista, contribuindo para a resistência e a luta anticolonial. Dessa forma, os registros fonográficos e as demais fontes coletadas e analisadas até o momento nos permitem acompanhar as transformações no conteúdo das letras das canções, que abordam temas como: cultura tradicional, resistência, luta anticolonial e a construção de um novo nacionalismo, proposto pelo governo socialista do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

Palavras-chave: Angola. Musicalidade. Anticolonialismo. Independência. MPLA.

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Biografia do Autor

Amanda Palomo Alves, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Doutoranda em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre em História pela Universidade EStadual de Maringá (UEM). Pesquisadora do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC) da UFF e Pesquisadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Barsileiros (NEIAB) da UEM.

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Publicado

2013-12-13

Como Citar

ALVES, Amanda Palomo. Angola: musicalidade, política e anticolonialismo (1950 - 1980). Revista Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 5, n. 10, p. 373–396, 2013. DOI: 10.5965/2175180305102013373. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/tempo/article/view/2175180305102013373. Acesso em: 16 jun. 2024.