(Des)tejer la casa: el bordado como lenguaje subversivo en las obras de Clara Nogueira y Mariana Guimarães
DOI:
https://doi.org/10.5965/19847246272026e0103Palabras clave:
embroidery, women artists, domesticity, motherhood, sexualityResumen
Este artículo analiza obras de las artistas Clara Nogueira y Mariana Guimarães que utilizan el bordado como lenguaje para poner de relieve cuestiones de género, como la domesticidad, la maternidad y la sexualidad femenina. La reflexión parte de la comprensión de las prácticas textiles —en especial, el bordado— como actividades históricamente asociadas a los rituales de inculcación de la feminidad y a los procesos de socialización de las mujeres. Se sostiene que, en este contexto, el bordado constituye un lenguaje potente para problematizar las dinámicas de género. Además, considerando su estigma en la historiografía del arte, se recurre a una bibliografía crítica que pone de manifiesto las desigualdades históricas entre los géneros artísticos, las cuales repercuten en la invisibilización de los lenguajes textiles.
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Referencias
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