Escribivivencias desde los territorios de (des)pertenencia que alcanzan nuestros pies

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5965/19847246272026e0104

Palabras clave:

escribivivencia, diáspora, migración, fronteras

Resumen

El presente artículo epistolar analiza la autoría de mujeres negras migrantes articulando literatura, territorio y corporalidades. La carta-artículo está dirigida a Gloria Anzaldúa en Hablar en lenguas: una carta a las escritoras del tercer mundo (2021). En ella investigamos la escribivivencia como herramienta de elaboración de lo vivido y analizamos cómo la escritura de mujeres negras en diáspora y/o migración tensiona el cuerpo de la nación del que se ven excluidas cotidianamente. Consideramos los espacios de inmersión y emersión de la escritura en los que las memorias personales encuentran reflejo en una colectividad. Estas autorías ficcionalizan, en diversas lenguas, los nombres, mapas, fronteras, paisajes y autoimágenes, inscribiendo sus historias.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Paula Campos Andrade, Universidad Federal de Santa Catarina

    Doctoranda en Estudios de Traducción en la Universidade Federal de Santa Catarina. Magíster en Psicología por la Universidade Federal de Santa Catarina.

  • Andréa Vieira Zanella, Universidad Federal de Santa Catarina

    Profesora permanente del Programa de Posgrado en Psicología de la Universidade Federal de Santa Catarina. Doctora en Psicología de la Educación por la Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Referencias

ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. O que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo. Revista Serrote, [s. l.], n. 41, 2022.

ANZALDÚA, Gloria. A vulva é uma ferida aberta e outros ensaios. Rio de Janeiro: A Bolha, 2021.

ANZALDÚA, Gloria. Borderlands/La Frontera: la nueva mestiza. Madrid: Capitán Swing, 2016.

BENTO, Maria Aparecida Silva. Psicologia social do racismo. Petrópolis: Vozes, 2002.

BRAND, Dionne. Um mapa para a porta do não retorno: notas sobre pertencimento. Rio de Janeiro: A Bolha, 2022.

EVARISTO, Conceição. Canção para ninar menino grande. 2. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2022. 136 p.

FELISBERTO, Fernanda. Escrevivência como rota de escrita acadêmica. In: DUARTE, Constancia Lima; NUNES, Isabellla Rosado (org.). Escrevivência: a escrita de nós. Reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020. p. 16-181.

FERREIRA, Laís Maísa.; CARBONIERI, Divanize. A representação da diáspora em Um defeito de cor. Revista Alere, [Tangará da Serra]. v. 20, n. 2, p. 127-152, 2020. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/alere/article/view/4493. Acesso em: 14 jul. 2026.

GONZÁLEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: ANPOCS. Movimentos sociais urbanos, minorias étnicas e outros estudos. Revista Ciências Sociais Hoje, Brasília, DF: Anpocs, 1984, p. 223-244, 1984. Disponível em: https://patriciamagno.com.br/wp-content/uploads/2021/04/GONZAL1.pdf. Acesso em: 14 jul. 2026.

HARTMAN, Saidiya. Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.

HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdade raciais no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

MARTINS-BORGES, Lucienne. A escuta clínica em contexto de intervenção com imigrantes e refugiados. In: LOPEDOTE, Maria Luiza Galle; MAYORCA, Daniela Sevegnani; NEGREIROS, Dario de; GOMES, Marcela de Andrade; TANCREDI, Tomás (org.). Corpos que sofrem: como lidar com os efeitos psicossociais da violência. São Paulo: Elefante, 2019. p. 165-184.

MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Niterói: EDUFF, 2004. Disponível em: https://biblio.fflch.usp.br/Munanga_K_UmaAbordagemConceitualDasNocoesDeRacaRacismoIdentidadeEEtnia.pdf. Acesso em: 14 jul. 2026.

NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. Afrodiáspora, [São Paulo]: USP, n. 6-7, p. 41-49, 1985.

ORÍ. Direção: Raquel Gerber. Roteiro e Narração: Beatriz Nascimento. Angra Filmes, 1989. vídeo (131 min). Disponível em: https://www.dailymotion.com/video/x9h7kdi. Acesso em: 01 jul. 2026.

PAULINO, Rosana. Assentamento: instalação composta por fotografias ampliadas em tecido, costuras, vídeo, bordado, entre outros elementos. Americana: Museu de Arte Contemporânea de Americana, 2013.

RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz do Nascimento. São Paulo: IMESP, 2007.

RATTS, Alex. Trajetórias intelectuais negras: as rotas de Beatriz Nascimento. PUCviva Revista, São Paulo, ano 7, n. 28, p. 76-81, out./dez. 2006.

RENDEIRO, Margarida; CHAVES, Rita; OLIVEIRA, Susan de; MANJATE, Teresa. Literatura de mulheres: memórias, periferias e resistências no espaço luso-afro-brasileiro. Via Atlântica, São Paulo, v. 25, n. 2, p. 1-8, 2025. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/222261. Acesso em: 14 jul. 2026.

REIS. Beatriz Nascimento: corpo negro produzindo história nos quilombos do passado e do agora. Educação e Território, [s. l.], 2021. Disponível em: https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/beatriz-nascimento-corpo-negro-produzindo-historia-nos-quilombos-do-passado-e-do-agora/. Acesso em: 14 jul. 2026.

SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o “encardido”, o “branco” e o “branquíssimo”: raça, hierarquia e poder na construção da branquitude paulistana. 2012. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.

SILVA, Karine de Souza; MORAIS, Pâmela Samara Vicente. Gênero, raça e interseccionalidades no processo de feminização da migração: entre silenciamentos e protagonismo de mulheres negras em Florianópolis. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [s. l.], v. 13, n. 36, p. 312-339, maio 2021. Disponível em: https://abpnrevista.org.br/site/article/view/1231. Acesso em: 14 jul. 2026.

ZANELLA, Andréa Vieira. Perguntar, registrar, escrever: inquietações metodológicas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013.

UM CORPO no mundo. Intérprete: Luedji Luna. In: UM CORPO NO MUNDO. São Paulo: YB Music, 2017. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/5uSnNITp4UvRePHXo9vGV7?si=c76e5630cc644fd9. Acesso em: jul. 2026.

Publicado

2026-09-22

Número

Sección

Dosier 2026/1 "Nuestros cuerpos también son patria: artes, territorios y corporalidad"

Cómo citar

Escribivivencias desde los territorios de (des)pertenencia que alcanzan nuestros pies. PerCursos, v. 27, p. e0104, 22 sep.2026.