Figurinos e subjetividades efêmeras

Autores

  • Amabilis de Jesus da Silva Faculdade de Artes do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701072010044

Palavras-chave:

figurino, teatro de animação, subjetividade

Resumo

Busca-se refletir sobre os diferentes modos de abordagem do figurino, a partir da análise de espetáculos, de diferentes linguagens, que se apresentaram nos festivais brasileiros de teatro de animação nesse início de século. Toma-se por aporte o confronto entre as máximas: “O hábito não faz o monge” e “No teatro, o hábito faz o monge”, para discutir as formas de entender a materialização da subjetividade do personagem. Sublinham-se as subjetividades conjugadas, efêmeras, transitórias como próprias do teatro de animação.

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Biografia do Autor

  • Amabilis de Jesus da Silva, Faculdade de Artes do Paraná

    Figurinista com trabalhos para diversos grupos de teatro e dança da cidade de Curitiba. Professora de Cenografia e Indumentária no Departamento de Teatro da Faculdade de Artes do Paraná - FAP. Doutora em Artes Cênicas na Universidade Federal da Bahia - UFBA (2010). Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC (2006).  

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Publicado

07-04-2018

Edição

Seção

Artigos fora do Dossier Temático

Como Citar

Figurinos e subjetividades efêmeras. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, v. 1, n. 07, p. 044–057, 7 abr.2018.