Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">A Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura é um periódico da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Comunidade da Universidade do Estado de Santa Catarina, que divulga a produção extensionista da Udesc e de outras Instituições.</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Periodicidade</strong>: semestral</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Ano de criação</strong>: 2006</p> UDESC pt-BR Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura 2594-6412 PROMOVENDO A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL POR MEIO DA CRIATIVIDADE: https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/18587 As condições ambientais de nosso planeta vêm se degradando rapidamente, muito em virtude das grandes quantidades de resíduos gerados ao redor do mundo. O Brasil é o 4º maior gerador de resíduos, e, somando-se a isso sua baixa taxa de reciclagem (1,28%), percebe-se que a abordagem da educação ambiental nas escolas é cada vez mais urgente. É essencial que essa temática seja trabalhada desde a infância, utilizando abordagens que sejam capazes de atrair os jovens, gerando engajamento e participação. Neste contexto, o uso de metodologias ativas aliadas a abordagens que promovam a criatividade surge como uma alternativa com potenciais benefícios. O presente trabalho trata-se de um relato de experiência a respeito de um projeto de extensão realizado junto a estudantes de 3º a 5º ano do ensino fundamental de uma escola pública do município de XXXXX/RS, que teve como objetivo trabalhar a educação ambiental através de atividades que incentivem a criatividade. Foram realizados 8 encontros nos quais era realizado um debate sobre temas relacionados aos 3 R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), seguido de uma atividade dinâmica e uma conversa final sobre o tema trabalhado. Notou-se grande engajamento dos estudantes nas atividades realizadas, além de se perceber que estes construíram reflexões muito positivas acerca das temáticas trabalhadas. Junto à educação ambiental, a criatividade foi incentivada e desenvolvida, fato muito positivo, pois sabe-se que ela é muito importante na vida adulta, tanto no âmbito pessoal como profissional. Por fim, pode-se afirmar que os objetivos foram alcançados e que projetos de extensão como este, que trabalham assuntos diversos de forma interdisciplinar, podem ser aplicados com sucesso em diversos temas relacionados à educação ambiental. Cibele da Silva Bohn Elvis Roberto Chaves Epstein Júlia Rodrigues de Bittencourt Vinícius Vendrusculo Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 1 14 10.5965/25946412421 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/16985 A extensão complementa a formação dos universitários propiciando a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos nas atividades de ensino. Este trabalho teve como objetivo abordar temas abrangentes de educação ambiental envolvendo ensino-pesquisa-extensão com envolvimento de três diferentes Instituições Públicas do Município de São Gabriel, Rio Grande do Sul. O trabalho com as três Instituições Públicas (Escolas Municipais, Organização Militar e Universidade Federal do Pampa) ocorreu durante dois anos (2017-2018), sendo abordados temas de educação ambiental por meio de palestras e atividades práticas como produção de mudas de espécies vegetais nativas e exóticas com recuperação de áreas degradadas e/ou estabelecimento de pomares/arborização. As palestras foram ministradas para cerca de 60 alunos das Escolas e 70 integrantes da Organização Militar com aproveitamento satisfatório, sendo refletido nas atividades práticas, com semeadura e plantio de quinze espécies diferentes (em torno de 3500 mudas) em áreas estabelecidas pelas Instituições Públicas. Pode-se dizer que a extensão universitária representou um espaço privilegiado e enriquecedor para os envolvidos nas atividades apresentadas. Da mesma forma, o projeto despertou a consciência ambiental nos integrantes envolvidos (comunidade acadêmica e do município), além de ser uma excelente via de divulgação da Universidade Federal do Pampa. Ana Caroline Machado Gonçalves Amanda Oliveira Travessas Rafael Pires dos Santos Silvane Vestena Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 15 26 10.5965/259464124215 DANDO VEZ E VOZ AOS ALUNOS DA EJA: https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/18736 Este artigo é fruto da escuta realizada no início do ano letivo de 2019 com os alunos da Educação de Jovens e Adultos - EJA, Ensino Médio, do Colégio Polivalente de Caravelas. A fim de tornar mais atraente e dinâmica a Matemática desenvolvida nesta modalidade de educação, o presente trabalho tem como objetivo mostrar o uso do material impresso e do jogo, como possibilidades didático-pedagógicas de construção do conhecimento matemático. São muitos os alunos desta turma que desenvolveram reações repulsivas em relação a este campo do saber. Nesta interação, contatou-se de que a forma que esta área do conhecimento foi apresentada para estes discentes contribuiu negativamente, tornando-a desinteressante. Por esta razão, optou-se no desenvolvimento de uma prática de ensino e aprendizagem baseado em elementos que estimulassem, viabilizassem e favorecessem o relacionamento destes alunos com os conceitos e ideias matemáticas. Para isso, apoia-se tanto em Freire (1996), que defende uma educação baseada no principio da dialogicidade, na prática da escuta, no querer bem ao educando, quanto em Muniz (2001), que propõe uma educação matemática a partir de situações ligadas aos jogos, ao uso de materiais impressos, dentre outros, como contextos favoráveis ao conhecimento matemático. Nesta fundamentação, também foram enfatizadas orientações que refletem a EJA na Bahia. Os resultados das atividades aplicadas comprovam que quando aprendemos assim, através do jogo e do uso do material impresso, os conteúdos matemáticos tem grandes chances de serem incorporados mais naturalmente e facilmente, o que de certa forma favorece o seu entendimento, a sua compreensão. Palavras-chave: EJA; Matemática; Material impresso; Jogo. Marcos Antônio Guedes Caetano Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 27 39 10.5965/259464124227 PSICOLOGIA POSITIVA E COVID-19 https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/19110 <div> <p class="Standard"><span class="Fontepargpadro1">Desde o seu início, a pandemia de COVID-19 gerou alterações no cotidiano. Dentre as medidas adotadas foi a implementação da quarentena com o isolamento e o distanciamento social, que marcaram não somente a diminuição das interações humanas, mas o aumento de sentimentos e vivências por vezes negativas relacionadas à falta dela, ao medo e à dificuldade em se adaptar e implementar novos comportamentos. Pensando nisso, pesquisadores do Laboratório de Psicologia Positiva nas Organizações e no Trabalho (LAPPOT) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolveram um projeto de extensão com o objetivo de auxiliar a população por meio da disseminação de conhecimento e de estratégias de enfrentamento pautadas nos princípios da Psicologia Positiva. Este artigo tem por objetivo apresentar o relato de experiência com a descrição do projeto, do método, da execução e dos resultados obtidos com sua aplicação. O projeto ocorreu por meio da realização de <em>lives </em>em rede e mídias sociais do laboratório com o objetivo de disseminar os conhecimentos quanto à psicologia positiva para contribuição nas situações de isolamento e de distanciamento social em função da pandemia do Covid- 19</span>. <span class="Fontepargpadro1">As ações realizadas pelo projeto de extensão auxiliaram o desenvolvimento de estratégias voltadas à promoção da saúde por meio de emoções, sentimentos, atitudes e comportamentos que favoreceram o bem-estar, a qualidade de vida e a felicidade das pessoas.</span></p> </div> Narbal Silva Joana Soares Cugnier Cristiane Budde Thaís Cristine Farsen Cleria Flores Nunes Colares Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 40 55 10.5965/259464124240 LETRAMENTO DIGITAL COM LENDAS DA AMAZÔNIA COMO INCENTIVO À LEITURA E ESCRITA DE ALUNOS RETIDOS NO 3º ANO EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DE BELÉM-PA https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/18631 O uso das tecnologias é meio propício para inserir e envolver o aluno em práticas de leitura e escrita digitais. Diante disso, este relato traz parte das ações do projeto de extensão "Entre lendas e contos: o papel das novas tecnologias no processo de Alfabetização” com objetivo de contribuir para o processo de letramento digital e de lecto-escritura com lendas amazônicas de alunos do 3º ano de escolas públicas de Belém-PA. São aqui relatadas duas oficinas realizadas nos meses de agosto e novembro de 2018, com alunos do 3º ano de duas escolas públicas e sob a condução de licenciandos participantes do projeto. A primeira oficina contou com alunos das escolas A e B, e a segunda, apenas com alunos da escola A. Na oficina 1, os alunos das escolas envolvidas(A e B) participaram da contação da lenda do Curupira. Na sequência, foram orientados a recontar a lenda na forma de quadrinhos, por meio do software “HagáQuê”, produzindo a retextualização; essa dinâmica repetiu-se na oficina 2, na escola A, com a lenda do Boto. Na primeira oficina, notou-se certa destreza dos alunos quanto ao uso do aplicativo, porém com limitações na escrita convencional, na seleção e combinação das letras para digitar palavras e frases, isso mais evidente nos alunos não alfabéticos, embora todos demonstrassem o interesse em ler e escrever ou digitar, atraídos pela novidade tecnológica. Na segunda oficina, realizada como complementação na escola A, observou-se avanços no manuseio digital e melhor desempenho na escrita, comparados ao momento da oficina1, através do software Hagáquê. Conclui-se que o uso de tecnologias digitais, como ferramentas para a alfabetização e letramento dos alunos com dificuldades na leitura e na escrita, mostrou-se estratégia oportuna de enfrentamento dessa realidade desafiadora, assim como de formação do professor que necessita conhecer e saber lidar com esses desafios, em prol de um letramento digital atrelado ao processo de aquisição da leitura e da escrita em contexto social. Palavras-chave: Alfabetização. Tecnologias. Letramento digital. Leitura. Escrita ELIZABETH CARDOSO GERHARDT MANFREDO Yasmim Nazaré Moura Sarmanho Mannoella de Araujo Neves Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 56 50 10.5965/259464124256 VIVÊNCIAS DE CAMPO DO CURSO EPIDEMIOLOGIA APLICADA AOS SERVIÇOS DO SUS – EPISUS FUNDAMENTAL: https://revistas.udesc.br/index.php/cidadaniaemacao/article/view/18323 O presente artigo descreve o trabalho de campo vivenciado dentro do Programa de treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS – EpiSUS, o qual consiste em uma estratégia de educação permanente, com a finalidade de implantar no Brasil treinamentos em epidemiologia de campo, focado na prática dos serviços de saúde, resultando no aprimoramento dos trabalhadores da saúde e consequentemente no fortalecimento da capacidade de respostas das unidades de saúde nas ações de controle das doenças e agravos à saúde da população. O trabalho teve como objetivo relatar a experiência de descrição das etapas do ciclo da vigilância no contexto das vivências de campo do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos serviços do SUS. Trata-se de estudo descritivo, tendo como instrumento de coleta um formulário para entrevistar os integrantes da equipe de saúde da família localizada no Distrito Sanitário da Boca do Rio, na cidade de Salvador – Bahia, no período de agosto a outubro de 2018. Para a análise dos dados foram utilizadas a Matriz Swot e o Diagrama de Ishikawa. Conseguiu-se identificar os pontos fortes e fracos intrínsecos da unidade de saúde da família, bem como as ameaças e oportunidades que dependem de outras instâncias administrativas da saúde ou de instituições de outros setores para o funcionamento do ciclo da vigilância. Posteriormente, estratificou-se as possíveis causas de impedimento na operacionalização satisfatória do ciclo da vigilância epidemiológica, utilizando com parâmetro o déficit/ausência no monitoramento das doenças diarreicas agudas e por fim, classificou-se as circunstâncias de acordo com o grau de controle dos membros da equipe de saúde da família. Apesar das unidades de saúde da rede básica serem os espaços privilegiados para o desenvolvimento das ações de vigilância, observa-se nesse trabalho de campo que a sistematização dos dados epidemiológicos que deveriam ser interpretados e atualizados rotineiramente pela equipe de saúde, ainda são ações realizadas por técnicos de outras instância, seja por profissionais da vigilância epidemiológica do Distrito Sanitário ou da Diretoria de Vigilância à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador. Sendo, portanto, necessário investir em capacitações para superação das dificuldades encontradas, nesse sentido foi realizada uma roda de conversa com a equipe da unidade de saúde da família para devolutiva do trabalho, a fim de promover reflexão sobre as fases do ciclo de vigilância em saúde, bem como, apresentar recomendações para melhoria de qualidade das ações do mesmo. Marta Souza Rocha Yuri Messias Lisboa Thais Santana Mattos Meire Núbia Santos de Santana Copyright (c) 2020 Cidadania em Ação: Revista de Extensão e Cultura https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-12-31 2020-12-31 4 2 81 94 10.5965/259464124281