Teatro e autoritarismo: as bases coloniais da censura e o Conservatório Dramático Brasileiro

Gessé Almeida Araújo

Resumo


O artigo traça um panorama histórico-crítico do autoritarismo frente à produção teatral no Brasil, manifestado pelos órgãos de censura. A partir da noção política de “silenciamento” (Orlandi, 2007), o texto evoca as origens coloniais do autoritarismo censório, desenbocando na criação do Conservatório Dramático Brasileiro (Rio de Janeiro, 1843). Esta controversa entidade foi a primeira no país oficialmente encarregada pela censura saneadora das produções dos autores de teatro. O artigo evidencia como a herança autoritária portuguesa, aclimatada em nosso território, influiu sobre as criações no campo das Artes do Espetáculo no Brasil.  


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573103332018363



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