Falemos sobre o lixo: o trabalho da atriz que emerge do que está fora de lugar

Stefanie Liz Polidoro

Resumo


Neste artigo pretendo apresentar uma das questões que venho trabalhando em minha pesquisa de doutorado referente à investigação de práticas cênicas feministas, relacionada à produção de lixos e descartes (concretos, como resíduos alimentares; metafóricos, como a lapidação do vocabulário), e à possibilidade de criação a partir deste material. Como aporte teórico principal optei pela antropóloga Mary Douglas, e sua obra Pureza e Perigo: ensaio sobre a noção de poluição e tabu(1966), na qual discute a questão do descarte como algo que está fora de alguma ordem estabelecida. Para construir tal discussão, trago para dialogar comigo a personagem Ternurinha, uma mulher em situação de rua, criada no ano de 2009 durante minha graduação em Teatro na UFRGS, e que me acompanha ainda hoje. 


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573103332018311



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