Nem moderno, nem pós-moderno: Jacques Rancière e os regimes de identificação das artes

André Fabiano Voigt

Resumo


O presente artigo descreve o uso conceitual, na obra de Jacques Rancière, dos “regimes de identificação das artes” – ético, representativo e estético –, em distinção aos argumentos dos intér-pretes da modernidade artística, como Walter Benjamin, Clement Greenberg, Pierre Bourdieu, Theodor Adorno & Max Horkheimer e Jean-François Lyotard, que defendem as noções de “modernidade”, “vanguarda” e “pós-modernidade” como categorias de interpretação da experiência artística dos últimos duzentos anos.

 


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102232014063



Direitos autorais



 

    

 

Indexadores

 

       


Urdimento – Revista de Estudos em Artes Cênicas - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) - Centro de Artes (CEART) - Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - (PPGT) – E-ISSN: 2358.6958 - Endereço: Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Centro de Artes - Av. Madre Benvenuta, 2007, Itacorubi. Florianópolis. SC, Brasil. CEP: 88.035-001 – E-mail: urdimento.ceart@udesc.br

Licença Creative Commons

  Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.