A experimentação como território: o legado indisciplinar de John Cage

Karina Campos de Almeida, Lidia Olinto

Resumo


Este artigo apresenta e analisa o legado prático-teórico do compositor John Cage com o objetivo de discutir como sua obra problematizava as convenções artísticas até então tácitas e borrava as fronteiras entre as diversas formas de expressão artística, sendo, por isso, não apenas transdisciplinar como, acima de tudo, indisciplinar. Exploramos também como as proposições cageanas reverberaram no trabalho de alguns artistas como Childs, Rainer, Brown – dentre outros – influenciando muitas experimentações dos anos cinquenta e sessenta (contexto norte-americano) que operaram uma profunda mudança paradigmática em todos os campos artísticos, com especial destaque para as Artes Cênicas.

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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573101282017015



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