Negros pingos nos “is”: djeli na África ocidental; griô como transcriação; e oralidade como um possível pilar da cena negra

Toni Edson Costa Santos

Resumo


O presente artigo discute a valoração dada a palavras como negro, griô, que foram usadas num sentido negativo e hoje podem possuir outra leitura. Essas terminologias passaram? por uma ressignificação em que agentes negros tem pleiteado outro valor, positivo. O texto apresenta o contador de histórias, genealogista, entre outras funções, presente na África Ocidental, chamado de djeli. O texto expõe que para ser djeli é preciso nascer djeli. Sua transcriação para o termo griô pode ser positiva, entendida a transculturação que ocorre. O texto aproxima Teatro e Contação de Histórias, e indica como a oralidade africana pode conduzir a cena negra.


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573101242015157



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