A herança da filosofia dos primeiros românticos na problematização da tese do fim da arte de Arthur Danto.

Antonio Carlos Vargas

Resumo


O artigo analisa as consequências de se considerar a tese da diluição das fronteiras entre arte e filosofia, elaborada pelos primeiros românticos de Jena, na proposição do fim da arte de Arthur Danto. Busca evidenciar que o motivo pelo qual o autor de O descredenciamento filosófico da arte desconsidera a tese romântica, se encontra na divergência ontológica entre esta e a visão hegeliana na solução do problema do limite do conhecimento imposto por Kant. Ao mesmo tempo, levanta a possibilidade de se compreender o processo que leva ao fim da arte não apenas como resultado de um processo dialético entre a arte a filosofia da arte, mas também como resultado de uma relação dialógica entre duas vertentes herdeiras das proposições românticas.


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DOI: https://doi.org/10.5965/1414573102252015123



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