“Por primera vez en mi vida me sentí uruguayo”. Ditadura, matrimonio igualitário, teoria queer e outras lutas LGBT no Uruguai. Memórias e leituras do ativista e professor Diego Sempol.

Robson Laverdi

Resumo


Entrevistador - Robson Laverdi

Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense.

Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

robson_laverdi@outlook.com

 

Transcrição - Laura Ortiz

Doutoranda do Programa de Historia Oral.

Universidad de Buenos Aires. Bolsista CONICET, Argentina.

malauraortiz@gmail.com

 

Entrevista concedida na cidade de Montevidéu, em 14 de agosto de 2014.

 

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Diego Sempol é graduado pelo Instituto de Profesores Artigas (IPA, Uruguai), com especialidade em história. Fez pós-graduação em história contemporânea no Instituto Universitário do CLAEH. Atualmente é doutorando em Ciências Sociais pela Universidad Nacional General Sarmiento (IDES, Argentina). É professor e pesquisador junto ao Instituto de Ciência Política (FCS-Udelar, Uruguai). Publicou artigos e libros sobre sexualidade, movimentos sociais e passado recente. Entre os trabalhos recentes destacam-se: “Violence and the emergence of gay and lesbian activism in Argentina, 1983-1990” que compõe o livro The Sexual History of the Global South. Sexual Politics in Africa, Asia and Latin America (Wieringa, S. Sivori; H. Zed Books London New York, 2012), De los baños a la calle. Historia del movimiento lésbico, gay trans uruguayo 1984-2013 (Debate, 2013) e De silencios y otras violencias. Políticas Públicas, regulaciones discriminatorias y diversidad sexual (Mides, 2014). Alem disso, é fundador do Colectivo Ovejas Negras e da Federación Uruguaya de la Diversidad Sexual, além de ser coordenador da Área Académica Queer Montevideo. sempoldiego@gmail.com


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DOI: https://doi.org/10.5965/2175180307162015266

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