Paixões anônimas: Flash Mobs e o tempo intersubjetivo

Sandrine Allain, Sandra Regina Ramalho e Oliveira

Resumo


As novas tecnologias móveis, como os celulares, ensejam comportamentos transitórios e cambiantes dos sujeitos em relação aos objetos, ao outro e ao tempo. Buscando adentrar na esfera das novas tecnologias, bem como verificar aspectos de seus impactos em criações individuais e coletivas, o presente texto volta-se para o fenômeno coletivo denominado Flash Mob que é, ao mesmo tempo, um acontecimento social e estético, sendo que, em alguns casos, ainda se caracteriza como um fenômeno político. Como sugere o nome, trata-se de mobilização, geralmente convocada pela internet pouco tempo antes de acontecer, com local de encontro pré-determinado, em torno de um objetivo comum, envolvendo coreografias improvisadas ou ensaiadas, estimulando ou não a participação de circunstantes ocasionais. Para estudar tal fenômeno, procurou-se sustentação nas postulações das teorias sócio-semióticas desenvolvidas por Éric Landowski.  


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DOI: https://doi.org/10.5965/2175234608162016051

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