O objeto como verbo e a voz improdutiva do olhar

Roberto Douglas Queiroz Gorgati

Resumo


No presente artigo busco problematizar o objeto como contentor de gestos e memórias que se evidenciam em sua aparência. A partir de uma tampa rosqueável encontrada na rua, pude ver uma série de técnicas dispersas que, agindo sobre tal objeto, o aproximou do formato de um olho. É sobre esse olho de plástico que as reflexões sobre uma possível voz pertencente a um objeto se desenvolvem. A voz como verbo poético apresenta-se não apenas em forma acústica atual mas em memória por indícios de informações e diálogos.

Palavras-chave: Objeto. Memória. Verbo. Voz. 


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5965/2595034701192018170

Direitos autorais 2019 Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas



Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

 

INDEXADORES, DIRETÓRIOS E BASES DE DADOS: