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MÓIN-MÓIN – REVISTA DE ESTUDOS

SOBRE TEATRO DE FORMAS ANIMADAS

(Chamadas abertas para publicação das edições n° 19 e nº 20, 2018)

 

A Revista Móin-Móin (ISSN 1809-1385 / e-ISSN 2595-0347) é uma revista de estudos sobre Teatro de Formas Animada que representa uma das ações do Programa de Extensão Formação Profissional no Teatro Catarinense, da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Publica, desde 2005, edições monotemáticas dedicadas a divulgar artigos inéditos resultantes de pesquisas acadêmicas sobre as distintas linguagens do Teatro de Animação, bem como reflexões e processos criativos de artistas renomados.

Abaixo, seguem os dados das chamadas  para publicação em 2018, assim como sobre o fluxo contínuo de recebimento de textos e informações gerais para submissão. 

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v. 1, n.19, 2018 –  Voz e fala no Teatro de Animação

Na percepção da animação teatral, a qualidade da voz e a fala cumprem importante papel. Junto ao movimento e à forma, a voz e a fala compõem os meios elementares para acionar a imaginação da autonomia no objeto. A voz e a fala, como limites a serem transpostos, podem se apresentar como invocação, como estado de permanência no mundo, podendo emanar sentimentos por meio de sua intangibilidade. Mas que voz e que fala são estas, uma vez que o corpo do boneco é um corpo inumano, estranho? Que sons, articulados ou não pelo ator/atriz, podem representar, expressar a ideia desses corpos ficcionados na cena? E também, que consequências a repressão e/ou a supressão da voz e da fala podem provocar no espetáculo?

Nesta edição da revista, convidamos os autores(as) a refletirem e escreverem sobre algumas questões, entre elas:

Qual a voz dos objetos animados? Como preparar a voz do ator/atriz? Como conceber a voz e a fala do personagem animado? Como dar voz à matéria? Quais os atuais recursos tecnológicos e seus usos para amplificar, distorcer e multiplicar a voz do ator/atriz? Quais seus benefícios e seus pontos de conflito? Quais as similaridades e diferenças entre o uso da voz microfonada, a voz ao vivo e a voz pré-gravada? O que representa cada uma delas e qual suas potências na cena? Como a voz do contador(a) de histórias pode animar os objetos? De que forma os objetos animados potencializam a atuação da voz e da fala do ator/atriz? Que caráter podem assumir as deformações verbais e as onomatopeias no objeto animado? Que efeitos produz no espetáculo? Qual o espectro que a voz pode abranger, o que pode significar, expressar, representar? Quais as diversas dimensões que a voz do boneco pode assumir nas variadas culturas? Qual o alcance da voz e da fala como meio de animação? As formas de teatro popular utilizam recursos próprios ou especiais? Quais são os possíveis processos para montagem de musicais em Teatro de Formas Animadas?

Esperamos que as provocações instiguem não apenas as questões aqui levantadas, mas que abram novas indagações e problemáticas em diferentes perspectivas dentro da temática proposta. Os autores(as) podem apresentar pesquisas históricas ou empíricas, ensaios teóricos, traduções inéditas, relatos de experiências, análise de processos criativos e entrevistas.

Prazo para envio de artigos: 01 de junho de 2018

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v. 2, n. 20 – O Teatro de Animação na sala de aula

O Teatro de Animação, por suas características lúdicas, e pela possibilidade de expandir a experiência conectando variados campos de conhecimento, é uma eficaz prática na sala de aula, propiciando às crianças, aos jovens e aos adultos jogar com a relação entre matéria, corpo e signos para a expressão de ideias e sentimentos. O acesso ao conhecimento (e ao autoconhecimento), por meio da experiência estética em múltiplas linguagens artísticas, dimensiona a arte da animação como um importante ferramental pluridisciplinar. Observamos que esta arte foi e continua presente em muitas ações educativas dentro da escola (espaços formais) e fora dela (espaços não formais).

Nesta edição, abrimos o tema para investigações, sejam elas de cunho histórico, como, por exemplo, a análise das experiências ocorridas no Brasil, na Escolinha de Arte, em 1948 (RJ), sejam elas focadas no estudo de atuais práticas pedagógicas dos estudantes de licenciatura e pós-graduação em teatro, ou ainda, sejam as investigações de cunho reflexivo sobre o conteúdo e a atuação docente, tanto nas escolas e nas universidades como dentro dos grupos teatrais, no Brasil ou em outros países.

Problematizamos algumas questões centradas na temática para provocar as autoras e os autores:

Quais são as práticas corriqueiras com Teatro de Animação (máscaras, bonecos, objetos e sombras) na Escola de Educação Básica, e quais características e resultados podemos observar dessas práticas?

De que formas o jogo dramático e o jogo teatral nas escolas utilizam o Teatro de Animação? Como ocorre a apropriação desta linguagem pelos estudantes? Que processos didático-pedagógicos são utilizados para o ensino-aprendizagem? Como ocorrem as encenações nas escolas e qual a sua relação objetivos-resultados/ meio-fim? Qual a história do ensino do Teatro de Animação nas escolas? Como se formam os professores que ensinam esta arte, ou sobre ela? Quais benefícios e quais riscos pode haver na prática artística-docente? Que herança temos recebido dessas práticas docentes? Como se comporta a pedagogia da animação frente à sua multiplicidade de formas? Que perspectivas podemos imaginar para o ensino-aprendizagem do Teatro de Animação nas escolas, dadas as características contemporâneas desta arte?

Esperamos que as provocações instiguem não apenas as questões aqui levantadas, mas que abram novas indagações e problemáticas em diferentes perspectivas dentro da temática proposta, com uma abordagem crítica de experiências teatrais educativas que reflitam sobre as contribuições do Teatro de Animação e principalmente seus aspectos filosóficos e educativos. 

As autoras e os autores podem apresentar pesquisas históricas ou empíricas, ensaios teóricos, traduções inéditas, relatos de experiências, análise de processos criativos e entrevistas.

Prazo para envio de artigos: 01 de agosto de 2018

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Fluxo contínuo de recebimento de textos

Para o envio de textos que não se enquadrem nos temas anteriormente citados, é possível fazê-lo a qualquer tempo, pois a plataforma aceita a submissão de textos em fluxo contínuo. Os textos que não se refiram a um dos temas poderão ser publicados em outro número da revista, respeitando a pertinência à temática.  

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Informações gerais

Podem ser apresentados artigos, relatos, ensaios, resenhas, entrevistas e traduções.

A revista trabalha com a política de avaliação anônima por pares para qualquer texto submetido. 

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Diretrizes para envio de trabalhos


Para publicar na Revista Móin-Móin o(a) interessado(a) deve primeiro cadastrar-se como autor(a) no link:

http://revistas.udesc.br/index.php/moin/user/register

Em seguida deverá submeter o artigo na plataforma SEER no link da MÓIN-MÓIN – REVISTA DE ESTUDOS SOBRE TEATRO DE FORMAS ANIMADAS

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As submissões devem estar de acordo com os padrões do periódico e devem
ser postadas diretamente no sistema de submissão para seguir o processo
geral de avaliação do periódico.

Lembramos que o periódico não cobra taxas de submissão, nem de
publicação e utiliza o sistema duplo-cego de revisão por pares. O texto
pode ser enviado em português, espanhol, inglês ou francês e, no caso de textos em francês e inglês, eles serão publicados em sua língua original com tradução para o português.

Maiores informações podem ser encontradas em nosso website,
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Os artigos devem ser encaminhados de acordo com as Diretrizes para os autores, no link:

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Contato: revistamoinmoinudesc@gmail.com

 

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