2 ou 3 Choses que Je Sais D’Elle: o desenho conceitual de um território acústico

Frederico Augusto Vianna de Assis Pessoa

Resumo


Neste artigo, discutiremos as relações entre som e imagem no cinema, tendo como objeto o filme 2 ou 3 Choses que Je Sais D’Elle (1967) de Jean-Luc Godard. Inicialmente, identificaremos práticas hegemônicas de conexão entre som e imagem cinematográficos para que possamos, então, apontar os dissensos estéticos provocados por Godard. O diretor, através do uso de procedimentos conceituais de criação sonora e articulação entre som e imagem, tece um território acústico complexo que solicita um processo de decifração pelo ouvinte/espectador. Os acontecimentos sonoros mesclam sensorialidade, memória, emotividade, significação e, mesmo, imagem, constituindo multiplicidades que definimos como Territórios Acústicos. Analisaremos como o território acústico de 2 ou 3 Choses que Je Sais D’Elle desenha novas formas de articulação entre som e imagem e solicita, com isso,  novas formas de relação entre ouvinte/espectador e o cinema.

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DOI: https://doi.org/10.5965/1808312911172016019



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