Reflexões estéticas: um caminho para um novo curinga

Márcia Pompeo Nogueira, Sônia Laiz V. Velloso

Resumo


O artigo tem seu foco na função do curinga no Teatro Fórum, analisada a partir de referencial teórico do Teatro do Oprimido, e problematizada a partir de experiência prática, no contexto de uma formação feita pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro. Através da análise desta prática, busca-se ampliar os limites estabelecidos por Boal para esta figura. Duas alternativas são propostas para ampliar a eficiência política da figura do curinga, através da ampliação de suas possibilidades estéticas: o “Sistema Coringa”, proposto por Boal durante o período que atuava no Teatro de Arena, e os desafios propostos por Tim Prentki, de “enlouquecer” o curinga.


Palavras-chave


curinga; Teatro do Oprimido; trickster

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DOI: https://doi.org/10.5965/1808312907092012096



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