DIMENSÕES DO SAGRADO E PROFANO NA CIDADE – A HIEROFANIA NO ESPAÇO EXPOSITIVO EM TERRA COMUNAL

Luana Mendes da Silva

Resumo


O presente artigo propõe uma análise da mostra Terra Comunal – Marina Abramović + MAI, que aconteceu no Sesc Pompeia em São Paulo em 2015, tendo como fio condutor a mitologia artística que envolve a imagem da artista Marina Abramović e como sua imagem de artista, constituída enquanto símbolo, tem o poder de provocar hierofanias instaurando aspectos do Sagrado no espaço expositivo. Partindo das concepções da Antropologia e Hermeneutica simbólica, mais precisamente de acordo com o historiador da religião Mircea Elíade, entendo o símbolo enquanto presentificação e manifestação do indizível, e o pensamento simbólico e o mito enquanto imagens que são substanciais e intrínsecos ao ser humano, precedendo a linguagem e a razão discursiva, cruciais para o conhecimento dos aspectos mais profundos do ser humano, aqueles que estão além do construto social histórico da humanidade.

 

 


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