DAS (DES) POSIÇÕES DE UMA PEDRA

Carolina Ferreira de Sá Moraes

Resumo


Uma pedra que fala. Isso é apenas uma ficção? A partir de uma intervenção urbana intitulada “eu não sou vista” e de uma fala como pedra, esse artigo descreve in-visibilidades de discursos e in-visibilidades de existências. Tomamos aqui como referencial para nossas proposições, os trabalhos: Rocky II, de Edward Ruscha e Projeto Desejo, de Grada Kilomba, entre outros. E como referencial discursivo, as colocações de Gayatri Chakravorty Spivak, em Pode o subalterno falar? e de Carla Rodrigues, em Coreografias do Feminino, para construir e apresentar as (des)posições de uma pedra em deslocamento. 


Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Carolina Ferreira de Sá Moraes

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

---- Revista Ciclos ---- Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais - PPGAV ---- Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC ---

 Av. Madre Benvenuta, 1907, Bairro Itacorubi ---Florianópolis, SC --- CEP 88.035-001