Carvão ativado no estabelecimento in vitro de cultivares de framboeseira

Cíntia de Moraes Fagundes, Roseane Maidana Moreira, Aline Ramm, Márcia Wulff Schuch, Zeni Fonseca Pinto Tomaz

Resumo


A propagação da framboeseira (Rubus idaeus L.) é comumente realizada a partir da estacas de raízes. Embora, os frutos possuam sementes viáveis, a reprodução sexuada não é desejada, em razão, de algumas desvantagens, tais como: dormência, elevada variabilidade genética período de juvenilidade. Dessa forma, a micropropagação in vitro é uma técnica viável para o processo de formação de mudas, pois, preserva características genéticas desejáveis das plantas-matrizes, servindo como uma alternativa para os produtores. Objetivou-se então avaliar o efeito de diferentes concentrações de carvão ativado, suplementado ao meio de cultura para as diferentes cultivares de framboeseira. Utilizaram-se o carvão ativado (0; 2 e 4 g L-1), e as cultivares de framboeseira (Indian Summer, Heritage, Willamette, Golden Bliss, Polana, Fallgold, Schönemann e Bababerry). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado arranjado em esquema bifatorial, com quatro repetições. Cada repetição composta por 25 tubos e um explante por tubo. Melhor controle de oxidação foi observado para as cultivares Golden Bliss, Polana, Fallgold, Schönemann e Bababerry, cultivados em meio de cultura acrescido de 4 g L-1 de carvão ativado, devido a absorção de compostos fenólicos liberados no meio de cultura.

Palavras-chave


Rubus idaeus, oxidação, micropropagação, antioxidante, compostos fenólicos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5965/223811711642017406

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Revista de Ciências Agroveterinárias (Rev. Ciênc. Agrovet.), Lages, SC, Brasil        ISSN 2238-1171