Escolinha de Arte de São Paulo: instantes de uma prática

Sidiney Peterson

Resumo


Neste artigo busco apontar, entre os diferentes ‘instantes’2 observados do processo de ensino/aprendizagem/formação na Escolinha de Arte de São Paulo (EASP), algumas experiências pedagógicas com a finalidade de tecer (ou desfiar) algumas ideias sobre os posicionamentos metodológicos assumidos para o ensino e aprendizagem de arte na Escolinha de Arte de São Paulo. Para escrita, considero como fonte primária, o relatório de atividades da Escolinha3, documentos imagéticos da EASP4 e os depoimentos, contemporâneos, de Ana Mae Barbosa e Madalena Freire, arte/educadoras na EASP, Regina Stella B. Machado, Célia Cymbalista e Regina Gomes, então estagiárias na Escolinha e Betty Leirner, estudante matriculada na EASP.

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DOI: https://doi.org/10.5965/2447267222016009

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Revista do Grupo de Estudos Estúdio de Pintura Apotheke do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina.

ISSN: 2447-1267

Revista Apotheke é B4 em Artes no Qualis CAPES

 

 

 

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